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Egoismo.


Foi uma lágrima, uma só/

Na minha mão,e eu a senti querido/

Como se fosse a tua própria vida/

Como se fosse meu coração/

Choravas sem saber, no entanto, o que eu sofria/

Mas na medida em que desesperavas/

Eu sofria mais, porque sabia/

Que não era por mim, que tú choravas.

Por: Poetisa Valdira Figueiredo.
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Conto - "A mala de Juca Pitão".


Hoje vou contar a voces a estória de Juca Pitão, um homem simples, apesar de já ter morado nos estrangeiros lá pelas bandas dos States, numa cidadezinha do interior de lá. Antes de começar eu vou dizer que este causo tinha tudo pra ser verídico, mas não é. Qualquer semelhança com algum cabrinha desconfiado por aí, terá sido meríssima coincidência. Seis meses após Juca ter voltado ao nosso bom e velho Nordeste brasileiro, tratou de de ir visitar o inseparável primo Tonho, que morava no seu lugar. Encontraram-se, abraços, tapas de macho nas costas um do outro, aquela coisa toda. Conversa vai, conversa vem, risos soltos, alegria de ver o primo. Estavam ali naquele papo bom quando o carteiro, seu Roque, gritou lá da porta: Óia carta pro seu Juca! Vixe maria carta? De quem será? Pensou Juca. Foi lá ver. Primo Tonho já quebrando os olhos na carta, curioso e chimão que só gato em beira de pia cheia de peixe. Diz logo primo, quem foi que mandou a tal carta, diz! Apressou-se Tonho que se esgueirava para ver as letras, mas não atinava nada, nem sabia ler o pobre de Cristo. Juca leu, releu e finalmente disse: É primo Tonho, tô triste. Num foi notícia das boas não. - Afff conta logo homem de deus, conta peste! Berrou Tonho. Então, num ar sério, continuou Juca Pitão: - tia Normélia, aquela lá dos States, morreu. - Uche! Tá doido, foi mesmo primo? De que? Aqui na carta não diz, mas diz que ela me deixou uma herança, tadinha. Retrucou Juca. E o que é primo, diz, diz. Tonho já esfregava as mãos e crescia os olhos para saber que tal herança era aquela. Juca responde - Sei não Tonho, aqui diz que vai chegar em breve algo para mim vindo dos estrangeiros e eu devo ir documentado pegar no aeroporto. Finda a conversa aqui. Duas semanas depois chega um telegrama pedindo a Juca que fosse retirar um volume no aeroporto e que deveria estar devidamente documentado. Lá se foi ele. De retorno primo Tonho ansioso na porta. Primo, cadê homem? Juca pegou um enorme embrulho no porta-malas do táxi e levou-o para dentro onde abriu diante do olhar curioso do primo. Ô peste, uma mala! Gritou Juca. Calma primo, tá fechada,vamos abrir e ver o que tem dentro. Disse Tonho. Abriram e qual nada! O diacho da mala tava cheínha de problemas. Era problema de tudo quanto era tamanho, jeito e qualidade. Uma mala enorme de problemas. Juca xingou tanto a Tia Normélia que a coitada deve ter revirado no túmulo. Onde já se viu! Deixar uma mala cheia de problemas como herança? Aquela infeliz! Xingava Juca. Mas o primo Tonho era inteligentíssimo e teve uma idéia. Primo, já sei - Disse ele. Sei como voce se livra da mala e dos problemas. Fala logo miserável, fala, desembucha este diabo de idéia porque eu já tô é troncho de raiva daquela lazarenta da tia Normélia! Tonho então resolveu contar ao primo sua idéia genial. Primo Juca, voce fecha a mala, lacra ela direitinho e vende ela pra algum trouxa comprar. Vende ela num leilão destes qualquer. Mas tem que ser lacradinha da silva! Eita macho sabido da peste! Gritou Juca, que até esqueceu a raiva que tava da tia.
- É isso mesmo que vou fazer, me ajuda primo, me ajuda que é agorinha mesmo que vou lacrar esta desgraça de mala. Fizeram direitinho, lacraram e foram no leilão. Lá chegando o oficial leiloeiro perguntou algumas coisas, preencheu uma ficha e perguntou: Qual o nome que vão dar ao volume senhores? - Juca olha para o primo e manda: E ai primo Tonho, alguma idéia pra nós batizar a tal mala? Tenho sim, respondeu ligeiro o primo. Não é uma mala cheínha de problemas? Dos grandes, dos pequenos, de tudo quanto é jeito e qualidade? Num tem problema aí que só Jesus pra resolver? Então, vamos chamar a mala de Brasil. Dito isto Tonho recebeu um inusitado abraço de Juca Pitão, que sorridente disse ao primo: Voce é dos meus, primo. Sabido que só, faz gosto estar na amília. E foi assim que Juca Pitão livrou-se da indigesta mala deixada para ele como herança de uma tia maluca. ( Por Tony Casanova - Todos os Direitos Reservados ao autor - Proibida a cópia sem autorização prévia)
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Voto, o quarto poder.


O Brasil vive o caos.São tantos acontecimentos políticos,tantas situações envolvendo parlamentares e contrariando as regras de conduta ética que chega a ser revoltante. Episódios lamentáveis e vergonhosos de abuso de poder, as francas demonstrações de arbitrariedade, desrespeito e uso da força, que os eleitores já não sabem em quem confiam, pois acabam percebendo que estão engordando "cobras" que irão morder seus calcanhares.A impunidade tornou-se um dos elos incentivadores mais fortes entre os que habitam á margem da lei e suas ações escusas. Para quem foi feita a Lei afinal? Para ricos, para pobres ou para todos? Existe alguém acima da Lei? Quem tem mais autoridade, o Executivo, o Legislativo ou o Judiciário? Estabeleceu-se uma briga entre os três poderes para saber quem manda mais. O eleitor apenas assiste, muitas vezes como vítima, o degladiar daqueles que ajudou a colocar no poder. Ora amigo leitor e eleitor, se nós nomeamos aqueles que nos representam através do voto, cabe a nós mesmos, quando sentirmos nossos direitos sendo subtraídos, darmos a resposta aos que nos perseguem. O voto é maior e mais forte que o próprio poder.Lembre-se, aquele cidadão de terno, que fala bonito e que tornou-se seu carrasco,elegeu-se com seu voto ou foi indicado por alguém cujo mandato é obra sua e de muitos que nele confiaram. Não precisamos ir ás ruas, gritar, segurar faixas, nada disto! O troco deve ser dado nas urnas. Não vote nele, em quem foi conivente com ele, quem o apoiou. Votar, todos sabem, eleger por ingenuidade, todos sabem, vender o próprio voto, muitos sabem, mas sabem usar o voto em defesa própria, aí é que são elas. Aprenda a votar para não ser obrigado a lamentar depois. A questão com os políticos é que eles são uma classe unida, o povo não é. Se fosse, os nobres parlamentares seriam obrigados a respeitarem aqueles que os elegeu. Na minha ótica, não interessa de quem partiu a denúncia de uma escândalo e sim se o fato procede e que punição será aplicada, não importando quem será punido, mas que sejam aplicados os rigores da Lei. Ficha Limpa? quem irá gerir? E se quem for gerir esta Ficha Limpa estiver com a própria ficha suja,o que ocorre? Eu confesso a voces meus amigos, eu não seguraria uma arma para dispará-la contra meu próprio pé. Entenderam? Grande abraço.
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A saga do heróico povo brasileiro.


Um País chamado Brasil, cujo povo vive de inacreditável fé em seu futuro e acredita numa democracia utópica, oprimido pela carga tri-tributária e esmagado pela má distribuição de renda é um País de heróis. Um povo que na sua maioria vê a fome de perto enquanto aguarda a Fome Zero, apanha das autoridades que apregoam que os pais não devem espancar seus filhos, só pode ser um País de heróis. Um povo que é expulso de suas casas pelas autoridades do Estado vira manchete na televisão assistida no conforto das luxuosas mansões que estão construídas nas terras do mesmo Estado. Só pode ser um povo heroico. A bem da verdade retratou bem "O brado retumbante" de um povo que elege seus próprios carrascos. Um País cujo doentes amotinam nos corredores de hospitais, nas macas, entrincheirados buscando o atendimento e procurando a dignidade perdida. É um País de heróis, sim senhor. País cujas autoridades tem força e poder para desabrigar a população e desempossar toda comunidade, mas não consegue combater um mosquito chamado Dengue. Um País aclamado a sexta economia do mundo, enquanto seus nordestinos ainda comem calangos no sertão por falta de alimento e dignidade. Um País cujo parlamento decepciona a Nação e esquece que sem voto não há poder, não há autoridade, não há regalias. Somos um País de heróis. Heróis que acreditam na Bandeira que tremula com seu banner de Ordem e Progresso, mas assiste o regresso vendo os anos 60 vividos num flash de cavalos pisando povo, disparos, prisões e agressões. Quem viu os heróis na batalha, presenciou Sansão e Golias, a luta do corpo contra a alma, um espetáculo de força e poder onde Caius César enviava seus centuriões para dizimar os plebeus de Roma. Nero ateou a ela fogo e vivemos o medievalismo contemporâneo. Este é um País de heróis, sem dúvida. Digo-vos amados, não eu, mas estava escrito antes do meu nascimento: "É feliz a nação, cujo Deus é o Senhor". Salmo 33:12. Que a Nação não atente contra seus próprios filhos, pois Deus está á frente deles, pronto e disposto a intervir, dando-lhes a vitória e esmagando seus inimigos. Não repitamos os feitos de Pilatos, pois lhe fora dito, antes que houvéssemos nascido:“Não sabes que tenho autoridade para te soltar ou para te crucificar? ” Jesus lhe disse: “Nenhuma autoridade terias sobre mim, se de cima não te fosse dada...” (Jo 18:33-40, 19:10,11). Este pode ser um povo sofrido, sem alimento, sem teto, sem esperança, mas não sem Deus. Um povo que ainda canta o Hino Nacional com alegria, enquanto olha seus barracos sendo queimados. Salve o heroico povo brasileiro que perde as casas, mas não perde a fé.
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Rosa do desejo.



Meu olhar atravessa tua roupa/
Tua boca me deixa alucinado/
Lábios carnudos, vontade louca/
De te dar o beijo que pede a boca.
Imagino teu seio pequeno/
E o desejo em secreto/
Meu corpo umedece, latejante/
Meu olhar te cobre, inquieto/
Sexo queima, ardente/
Quero tocá-la, vê-la/
Olhar teu olhar envolvente/
Quero tê-la/
Como nunca tive ninguém/
Quero estar em tua boca/
Mergulhar pra te ter/
Te quero ansiosa, louca/
Me quero dentro de voce.
Sonhei te possuindo/
Misturando suor e cheiro/
Te invadindo.../
O corpo inteiro/
Uma sede de esfregar-me em voce devagar/
Beijar todo teu corpo lindo/
Vontade de te fazer viajar
Nesta viagem que estou sentindo.
Vontade de te ver cavalgar/
Me dominar, xingar, enlouquecer/
Vontade de me demorar assim/
Dentro de voce.
Desejo tua nudez preciosa/
O toque da tua boca/
Meus dedos em tua rosa/
Voce louca, tímida, úmida/
Maravilhosa.

(Tony Casanova).

Amigos, será?


Coisa boa é ter amigos. Muitos amigos. Todos alegres, sorridentes e falando bonito de voce.
Elogios são aos montes, abraços e apertos de mãos são frequente, tapinha nas costas. Se voce é
daquelas pessoas que tem muitos amigos, deve ter fama, dinheiro, status ou alguma influência no
seu meio social. Poucos são aqueles que se aproximam sem que voce cumpra um ou mais deste requisitos
das amizades fartas. Se um dia voce estiver na pior, saberá quem são os verdadeiros amigos
Iludem-se aqueles que imaginam que tem milhões de amigos. Não queridos, a verdade é bem outra.
Que coisa maravilhosa é ter status, fama e dinheiro não é? É sim, quem não quer ter amigos as tuias
lhe fazendo companhia. Agora vamos raciocinar juntos: Voce tem muitos amigos, gente que cola em voce
feito sangue-suga, chupando seu status, sua fama, seu dinheiro. Esta é a verdade. Mas e verdadeiros,
quantos voce tem? Quer saber? Então, quando teus negócios estiverem mal, tua empresa começar a falir
e voce já não tenha condições de bancar os rega bofes e oba-obas caríssimos e repleto de puxa-sacos,
aí os teus "amigos" não terão mais interesse em voce. Somente um número ínfimo ficará contigo. Mas
não é só por dinheiro que se atrai estes tipos de amigo não! Eles chegam a voce feitos moscas no
açucar se voce está em evidência de alguma forma. Darei o exemplo do Twitter e do Facebook, duas redes
sociais bem conhecidas, lá voce que é anônimo chora para encontrar alguém que tenha "coragem" de ser
teu amigo. Mas voce quer saber como funciona? Abre um perfil com a foto do Luan Santana e voce verá
quantas gatas, gatos e afins implorarão para que voce adicione-os. São os "amigos" dele. Na verdade
isto ocorre em qualquer esfera. Lembra daquela gatinha que voce estava de olho? Ela nunca te deu bola
não é? Voce passava por ela naquela linda bicicleta vermelha e ela nem queria papo. Mas ai voce comprou
um carro zero. E não é que a desgraçada resolveu vir te pedir para levá-la no trabalho!!!! Sabe aquele
grupo de amigos que estavam contigo quando voce pagou o mico na faculdade? Pois é, somente um ficou e
te ajudou, os demais correram de perto para não passar vergonha. Amigos? Será?
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Plumas da alma.

Poesia, palavra leve feito a pluma/ Que conduzida pela brisa baila no relento/ Quem a palavra domina, não segura a bruma/ Ninguém segura a palavra, que dirá o vento. Quanta poesia cabe no peito/ De um poeta sonhador/ Destes que da vida fora eleito/ Das palavras portador. Poesia é sentimento puro/ Causos da mente do poeta febril/ Intimidade confessa, apuro/ De um fazedor de promessa/ Coisas que nunca se viu. A poesia é o desnudar da alma sem vergonha/ Daquele que dorme sem cerrar as vistas/ Fruto da mente realista que sonha/ Os sonhos bons de todo artista. Poesia é o clímax do poeta/ O orgasmo literário que aos poucos lhe domina/ A palavra surge do desejo que desperta/ Na inocência dos prazeres de menina. Poesia é pluma que voa/ Leve, solta, soprada pelo vento/ A expressão que sempre ecoa/ A paixão do pensamento. Poesia, poesia, poesia/ Quem de certo poderia imaginar/ Que tú és a fotografia/ Que um dia/ Eu estive a sonhar. Por: Tony Casanova - Copyright e direitos autorais reservados ao autor. "Plumes of the soul." Poetry, lightweight word made ​​feather / Conducted by the breeze that dances in the open air / Who dominates the word, not sure the mist / Nobody holds the word, let alone the wind. How much poetry rests on the chest / In a dreaming poet / Of life of those who had been elected / The carrier words. Poetry is pure feeling / Causes of the feverish mind of the poet / Intimacy confesses, refinement / A maker of promise / Things you never saw. Poetry is the baring of the soul without shame / One who sleeps without clenching the views / Fruit of the mind that realistic dreams / The good dreams of every artist. Poetry is the climax of the poet / Orgasm literary gradually mastered him / The word comes from the desire that awakens / In the innocence of the pleasures of girl. Poetry is feather that flies / Lightweight, loose, blown by the wind / The phrase that always echoes / The passion of thought. Poetry, poetry, poetry / Who would have thought of right / That you are the photo / What a day / I was dreaming. By: Tony Casanova - Copyright and copyrighted to the author. «Plumes de l'âme." La poésie, la parole légère faite de plumes / Dirigé par la brise qui danse en plein air / Qui domine le mot, pas sûr que le brouillard / Personne ne détient la parole, et encore moins le vent. Combien de poésie repose sur la poitrine / Dans un poète rêvant / De vie de ceux qui avaient été élus / Les mots transporteur. La poésie est le sentiment pur / Causes de l'esprit fiévreux du poète / Intimité avoue, le raffinement / Un fabricant de promesses / Les choses que vous n'avez jamais vu. La poésie est la mise à nu de l'âme sans honte / Celui qui dort sans serrer les points de vue / Fruit de l'esprit que les rêves réalistes / Les bons rêves de chaque artiste. La poésie est le point culminant du poète / Orgasme littéraires progressivement maîtrisé lui / Le mot vient du désir qui éveille / Dans l'innocence des plaisirs de la jeune fille. La poésie est de plume qui vole / Léger, en vrac, soufflé par le vent / La phrase qui résonne toujours / La passion de la pensée. La poésie, la poésie, la poésie / Qui aurait pensé d'/ droite Que vous soyez sur la photo / Quelle journée / Je rêvais. Par: Tony Casanova - Droits d'auteur et copyright de l'auteur. "Plumes dell'anima." La poesia, la parola leggera fatta di piume / Condotto dalla brezza che danza all'aria aperta / Chi domina la parola, non che la nebbia / Nessuno possiede la parola, per non parlare del vento. Quanta poesia poggia sul petto / In un poeta sognare / Della vita di chi era stato eletto / Il vettore parole. La poesia è puro sentimento / Le cause della mente febbrile del poeta / Intimità confessa, raffinatezza / Un creatore di promesse / Cose che non avete mai visto. La poesia è il nudo dell'anima senza vergogna / Uno che dorme senza stringere il punto di vista / Frutto della mente che i sogni realistici / I sogni di ogni buon artista. La poesia è il culmine del poeta / L'orgasmo letterario imparato a poco a poco lo / La parola deriva dal desiderio che si risveglia / Nell'innocenza dei piaceri della ragazza. La poesia è piuma che vola / Leggero, sciolto, soffiato dal vento / La frase che risuona sempre / La passione del pensiero. La poesia, la poesia, la poesia / Chi avrebbe mai pensato di destra / Che tu sei il foto / Che giornata / Stavo sognando. By: Tony Casanova - Diritto d'autore e copyright all'autore. "Plumes der Seele." Poesie, leichtes Wort gemacht Feder / Durchgeführt von der Brise, die im Freien / Tänze Wer dominiert das Wort, nicht sicher, dass der Nebel / Niemand hält das Wort, geschweige denn der Wind. Wie viel Poesie ruht auf der Brust / In einer träumenden Dichter / Des Lebens derer, die gewählt worden war / Der Träger Worte. Die Poesie ist reines Gefühl / Ursachen der fiebrigen Geist des Dichters / Intimacy gesteht, Verfeinerung / Ein Hersteller versprechen / Dinge, die Sie noch nie gesehen. Poesie ist die Entblößung der Seele ohne Scham / Einer, der ohne Pressen den Ansichten / Personen Fruit of the daran, dass realistische Träume / Die guten Träume eines jeden Künstlers. Die Poesie ist der Höhepunkt des Dichters / Orgasm literarischen allmählich ihn gemeistert / Das Wort kommt aus dem Wunsch, dass / erwacht In der Unschuld der Freuden des Mädchens. Die Poesie ist Feder, / Fliegen Leicht, locker, durch den Wind / geblasen Die Phrase, die immer Echos / Die Leidenschaft des Denkens. Poesie, Lyrik, Poesie / Wer würde von rechts / gedacht Dass Sie das Foto / Was für ein Tag / Ich habe geträumt. Mit: Tony Casanova - Copyright und Urheberrecht an den Autor. "Перья от души". Поэзия, легкие слова сделанные пером / Дирижер ветер, который танцует под открытым небом / Кто доминирует слово, не уверен, туман / Никто не держит слова, не говоря уже о ветре. Сколько поэзии опирается на груди / В мечтать поэт / Из жизни тех, кто был избран / Перевозчик слов. Поэзия чистом чувстве / Причины лихорадочных ум поэта / Близость признается, изысканность / Производитель обещание / То, что вы никогда не видели. Поэзия обнажение души без стыда / Тот, кто спит, не сжимая просмотров / Плод виду, что реалистичные мечты / Хорошая мечта каждого художника. Поэзия кульминации поэта / Оргазм литературных постепенно освоил его / Слово происходит от желания, которое пробуждает / В невиновности удовольствия девушки. Поэзия перьев, который летит / Легкие, свободные, продуваемые ветром / Фраза, которая всегда эхо / Страсть мысли. Поэзия, стихи, поэзия / Кто бы мог подумать права / Что вы фото / Что день / Я сплю. Автор: Тони Казанова - Авторское право и авторским правом автора. "Las plumas del alma." La poesía, la palabra ligero, hecho de plumas / Llevada a cabo por la brisa que baila al aire libre / Que domina la palabra, no estoy seguro de la niebla / Nadie tiene la palabra, y mucho menos el viento. ¿Cuánta poesía descansa en el pecho / En un poeta soñando / De la vida de los que habían sido elegidos / Las palabras portador. La poesía es puro sentimiento / Causas de la mente febril del poeta / La intimidad confiesa, refinamiento / Un fabricante de promesa / Las cosas nunca te vi. La poesía es la revelación del alma, sin vergüenza / Uno que se duerme sin apretar los puntos de vista / Fruto de la mente que los sueños realistas / Los buenos sueños de todo artista. La poesía es el punto culminante de la poeta / El orgasmo literario dominado poco a poco le / La palabra viene del deseo que despierta / En la inocencia de los placeres de la niña. La poesía es la pluma que vuela / Ligero, suelto, arrastrados por el viento / La frase que siempre se hace eco / La pasión del pensamiento. La poesía, la poesía, la poesía / ¿Quién habría pensado de la derecha / Que está la foto / ¡Qué día / Que estaba soñando. Por: Tony Casanova - Copyright y derechos de autor para el autor.

Rosa do desejo.

Meu olhar atravessa tua roupa/ Tua boca me deixa alucinado/ Lábios carnudos, vontade louca/ De te dar o beijo que pede a boca. Imagino teu seio pequeno/ E o desejo em secreto/ Meu corpo umedece, latejante/ Meu olhar te cobre, inquieto/ Sexo queima, ardente/ Quero tocá-la, vê-la/ Olhar teu olhar envolvente/ Quero tê-la/ Como nunca tive ninguém/ Quero estar em tua boca/ Mergulhar pra te ter/ Te quero ansiosa, louca/ Me quero dentro de voce. Sonhei te possuindo/ Misturando suor e cheiro/ Te invadindo.../ O corpo inteiro/ Uma sede de esfregar-me em voce devagar/ Beijar todo teu corpo lindo/ Vontade de te fazer viajar/ Nesta viagem que estou sentindo. Vontade de te ver cavalgar/ Me dominar, xingar, enlouquecer/ Vontade de me demorar assim/ Dentro de voce. Desejo tua nudez preciosa/ O toque da tua boca/ Meus dedos em tua rosa/ Voce louca, tímida, úmida/ Maravilhosa. (Tony Casanova).

Por quem chora a vela?

Inerte, triste/ Pálida e branquicela/ O fogo manso insiste/ O corpo lhe afaga/ Devagar se vai a vela/ Na chama que se apaga. Jaz quieta, entediada/ Flamejante/ Derretendo-se calada/ Chama fraca fumegante. Libera lágrimas enquanto morre/ Leve chama amarela/ Porque nimguém lhe socorre?/ Por quem chora a vela?

Selma Mendonça promove Reveillon.

A Promoter Selma Mendonça informa a todos que estará organizando o Reveillon do Beer House dia 31 de dezembro com os cantores Euclides Neto, Lene Hall e César Andrade,voce poderá reservar sua mesa que está a venda através dos telefones (79) 9979-8986 ou (79) 8801-8282 falar com Selma Mendonça. O Valor da mesa é de R$ 180,00 (Cento e oitenta reais) até o dia 15 de dezembro, após essa data R$ 200,00 (duzentos reais) com direito a uma champanhe, brindes e muita animação. A casa de shows Beer House, onde será realizado o evento fica localizado na segunda etapa da orla, ao lado dos lagos - Estacionamento do Oceanário.

Meninos de Aracajú.

Saudosa vida d'infância/ Quando nem via o tempo passar/ Tempo bom quando criança/ Nada disso irá voltar/ Hoje só restou a emoção/ A vontade de chorar/ Lembro o rodopio do pião/ Gudes, pimbarra, pipas pra empinar/ Lembro até das traquinagens/ De roubar goiaba, pitanga e cajú/ Pequeninas malandragens/ Dos meninos de Aracajú.

Descrição da vida.

O poeta a vida descreve/ Como o tempo antes da morte/ O flash de um brilho breve/ O caminho da própria sorte/ A chance do dia-a-dia/ Razão de agradecimento/ Motivo de alegria/ Raiz do contentamento/ O poeta vê a vida/ Com perfeita gratidão/ É sua musa mais querida/ A que lhe aquece o coração/ O seu bem mais precioso/ A mais valorosa herança/ O presente mais formoso/ O haver da esperança.

Bravo sertanejo.

Homem bravo na vida aguerrida/ O sertanejo brasileiro/ Na sua luta renhida/ O sol por seu companheiro/ Chapéu de couro à cabeça/ A coragem tão corriqueira/ Brava gente sertaneja/ Bravo povo brasileiro/ Os calos secos à mão/ Que enrola o cigarro de palha/ A companheira é a solidão/ A macambira navalha/ Sua forte o cabra da peste/ Luta pra garantir o pão/ Este é o homem do agreste/ Que dá riqueza ao nordeste/ E constrói nossa nação.

Desejo ardente.

Meus olhos deitaram em teu corpo/ Perdi a calma, já duro, Teso!/ O pensamento torpo/ Encheu-me a alma de desejo/ Te toquei, ardendo/ Corpo queimando, querendo/ Tua língua, teu calor, teu beijo/ Nos ardia uma vontade louca/ Um fogo indiscreto/ Vontade de amor, de sexo/ E tua flor, em secreto/ Invadiu-me a boca/ Num frenesi de animais/ Tua pétala umedecida/ Parecia gemer, pedir mais/ Em um beijo, teu mamilo enrijecido/ Teu olhar de gazela/ O gemido incontido/ A amante mais bela/ Ansiava ser tomada, preenchida/ No momento mais sublime/ Mais puro desta vida/ Gemeu num tesão sem igual/ Se fez fêmea carinhosa/ Uma gatinha manhosa/ Que urrou feito animal/ E relaxou toda dengosa.

Falsidade.

Porque teimas em proferir/ Falsas gentilezas deste jeito?/ Não te envergonha mentir/ Me faltar com o respeito?/ Se a mim, tanto elogia [com falso gosto, por certo]/ Teu rosto é pura alegria/ Teu coração, puro deserto!/ Não te corrói a consciência/ As falsas desculpas que dá?/ Com tanta eloquência/ Que chega mesmo a me enganar/ Tanto, tanto te admirei/ Vi em voce, caráter, humildade, inteligência/ Me enganei/ E por tua maledicência/ Hoje vejo duas faces/ Desabou a máscara/ Caíram teus disfarces/ E aquela musa tão linda/ Que o poeta conheceu/ Para muitos, vive ainda/ Mas para ele, morreu!

Alegria do porvir.

Quisera o sol ou a lua de beleza prateada/ Comparar-se a singeleza/ Que possui a minha amada/ Nem de longe se compara/ Com teu ventre lindo arredondado/ Que abriga a jóia rara/ Nosso filhinho adorado/ Tão risonha e linda ficas, querida/ Ao acariciar a barriga/ Sentindo nos dedos a vida/ O feto a movimentar/ Voce então chora e rí/ De tanto contentamento/ A alegria do porvir/ O mais puro sentimento/ Ser mãe é tudo de bom, meu amor/ O ato da concepção/ O perpetuar da geração/ Nada possui maior valor/ Por certo, minha querida/ Nem o sol, nem a lua tão impávida/ São mais lindos nesta vida/ Do que uma mulher grávida.

Amigo fiel

Quem, nesta vida não tem/ Que lhe possa afagar o coração/ Um amigo fiel, um alguém/ Quase irmão?/ Uma pessoa que não esquece/ Que ausente deixa saudade/ Uma dor que entristece/ Quem não tem aquela boa vontade/ De estar sempre juntinho/ Transmitir felicidade/ Receber e dar carinho/ A quem a gente não esquece?/ Quem não declara seu amor/ Não se alegra por demais/ Ao rever um bom amigo/ Quem não encontra a paz?

Minha princesa encantada.

Eis aqui meu sonho de princesa encantada/ Que não precisa ser modelo/ Nem tampouco ser uma fada/ Muito menos ter dinheiro/ Ou status de doutorada/ Basta que seja humana/ Que seja meiga, carinhosa/ De pensamentos bacanas/ E tenha uma mente formosa/ Minha princesa encantada/ Não precisa ter tudo/ Nem precisa ser nada/ Além de ser mulher/ Que seja então doce e educada/ Mimosa e gentil/ Mesmo que de todos seja esquecida/ Que por mim seja lembrada/ Como a musa da minha vida/ A mulher mais esperada/ Que faça o tempo parar/ E me inspire sem dor/ Me encante a recitar/ E me arranque suspiros de amor/ Que seja ela minha musa/ A dona da minha saudade/ A que peço: Me abusa!/ A que amo de verdade/ Minha princesa encantada/ Não precisa ser uma mulher grande/ Mas uma grande mulher!/ Aguerrida/ Destas guerreiras de Athenas/ Que conhece as lutas da vida/ Mas nunca foi pequena/ Aprendeu a vencer cada batalha/ E vencendo e as credita/ Ao Deus que a capacita/ E sabe que nunca falha/ Minha princesa encantada é real/ Mulher guerreira/ Mulher normal/ Minha musa preferida/ Um lindo presente divino/ Um encanto em minha vida.

Sonhos largados

Eis-me aqui vagando cego... / Solitário e triste/ Uma pedra imensa no ego.../ Aperta o peito,insiste/ Porque entreguei-me?/ Porque sumistes?/ Não me assumistes/ Nem me notastes aqui!/ Pensei/ Pensei: “eu sei amar” / Então notei:se tudo sei / É porque não sei de nada/ E por maior que seja o meu empenho/ Quanto mais algo é meu/ Aí é que nada tenho/ Não tenho a mim/ Nem a você/ E dos cegos/ O pior deles/ É sempre aquele/ Que não quer ver/ De que me vale sonhar que tenho?/ Se tanto empenho resulta em nada!/ Sigo então meu caminho/ Largando sonhos pela estrada/

Isabela

Não há nada neste mundo/ Que possa ser comparado/ Ao olhar dengoso/ Rostinho delicado/ O sempre formoso/ Rostinho de Isabela/ Que mimo e encanto aos olhos meus/ Que prova tão linda de amor/ Assim é a bela Isabela/ Presente de Deus/ Que emana candura e pureza/ Que bela criatura divina/ As vezes mulher segura/ Por vezes uma menina/ Tua face de cor e luz intensa/ Teu sorriso inesquecível/ Tua beleza Isabela por certo é indescritível!/ Tão linda e sem comparação/ Quanto a flor mais linda do mundo/ A mais linda canção/ Que fala do amor mais profundo.