Conto | A mudança. Primeiro episódio.

Uma certa noite enquanto os filhos dormiam o casal comentava entre si, será que uma dia poderemos viver em outro lugar com melhores condições de vida pra nossos filhos, mas com a segurança que temos aqui? Dora a esposa responde a Douglas, vamos sim, Deus proverá dias melhores em nossas vidas. Sim afirmava Douglas, as crianças dormiam tranquilas  sem perceberem a preocupação dos pais que pensavam num futuro melhor para eles. Dora cuidava da casa e das plantações de verduras e legumes, e cuidava das galinhas poedeiras, Douglas ia todas a manhãs com sua marmita fria para trabalhar nas lavouras do sr Alfredo, ele ganhava pouco, mas com as economias de Dora eles sobreviviam. As hortaliças e as galinhas poedeiras  davam uma ajuda nas despesas, Dora ensinava os filhos a fazer economia de tudo que usavam, as crianças eram Matilda, Mariana e Marcos o caçula. Eles aprenderam desde cedo que precisavam ajudar os pais, Matilda a mais velha sonhava um dia ir para cidade onde uma tia morava, ela queria estudar e ser professora. Mariana a do meio dizia que queria ser igual a mãe mãos na terra, ela ajudava Dora nos canteiros e a plantar as verduras, o caçula tinha apenas 06 anos e ficava o tempo todo atras da mãe e das irmãs.  Matilda estava terminando o primário que era oferecido ali na roça, tão logo a tia Lúcia aparecesse ela pediria pra ir morar com ela na cidade, o que os pais não deixariam. Douglas confidenciou a um colega de trabalho a vontade de melhorar de vida longe dali, pois não suportava mais trabalhar sol a sol e no fim do mês o dinheiro não dar para fechar as despesas. Mesmo com ajuda preciosa da esposa Dora as coisas estavam difíceis, era chegada a hora de pensar melhor no assunto mudança.
Dora estava observando o esposo cabisbaixo e triste e resolveu aborda-lo, este um tanto desanimado convida a esposa a dar uma volta na estrada que levava ao riacho que cortava as terras de sr Alfredo. Lá enquanto observam as águas calmas do riacho eles conversavam e tomaram uma decisão, iriam procurar um lugar para se mudarem, a tranquilidade ali era boa, as crianças estavam seguras, mas que futuro teriam? Eles eram jovens ainda poderiam ter um trabalho com melhores condições e assim garantir um futuro melhor a seus filhos. Douglas diria a sr Alfredo que sairia em busca de um trabalho que lhe desse condições de oferecer uma vida melhor a sua família.  Sendo assim Dora concordou iriam juntos, a noite depois de fazer as orações eles conversaram com as filhas que eram um pouco maiores que Marcos. Matilda concordou com os pais e se propôs a tentar um trabalho para cuidar de crianças, os pais riram e disseram agradecemos filha, mas como uma criança poderá cuidar de outra? Matilda tinha 12 anos, era inteligente e meiga, tinha bastante juízo para sua idade, Mariana tinha 10 era mais criança ainda brincava com as bonecas de pano que a mãe fazia. Enquanto dormia Matilda sonhou com a nova moradia, era um local amplo cheio de flores e umas casas pequenas em volta da casa grande, o jardim era grande e coberto de flores de meio dia, tudo era lindo, porém uma coisa era estranha na casa grande, havia uma porta que não poderia ser aberta, ela curiosa abria a porta e deparava com um caixão. Aos gritos a menina acordou os pais que correram até seu quarto, ela suava e chorava ao mesmo tempo. Foi um sonho filha disse Dora depois de ouvir a filha, voltaram a dormir era madrugada, pela manhã Douglas e Dora foram até a fazenda falar com o patrão, depois de lhes ouvir Alfredo acertou as contas com Douglas e se despediram, em uma semana o casal deveria deixar as terras.  A semana passou rápido logo chegou sábado o caminhão aproximava na curva da estrada e Matilda chorava por deixar ali tudo que viveu em sua infância. 
Numa fazenda em um raio de 200 km havia um fazendeiro que precisava de um caseiro para morar na fazenda e cuidar, era a indicação do colega de Douglas, era próximo a cidade e havia tudo que Douglas procurava, ele chegaria antes de mandar a esposa e os filhos descerem do caminhão, era uma fazenda grande e bela, Matilda a reconheceu de imediato e disse a mãe não podemos morar aqui , é a casa grande que sonhei, Dora beijou a filha e disse foi apenas um sonho filha.  Douglas foi recebido por um homem alto moreno de barba grande que pegou o bilhete que o colega  mandara, em seguida convidou Douglas a se assentar e lhe ofereceu um café, o homem era o tomador de conta que vivia ali na fazenda por mais de 30 anos e agora iria finalmente morar com a filha na cidade. André era o nome dele, depois recomendou Douglas a mandar a família descer do caminhão e lhe mostrou tudo ali, disse que o patrão vivia fora do País e só vinha uma vez ao ano, mas se comunicavam toda semana por vídeo chamada. O nome do patrão era Manoel Euzébio, o homem era rico e poderoso, na região todos o temiam. Sem problemas afirmou Douglas, Matilda olhava cada canto da fazenda e pensava onde está o quarto que trás a porta fechada, sem conseguir segurar a curiosidade a menina pergunta a André se não havia por ali n afazenda um quarto secreto. O homem sorriu e disse, não!  Aqui tudo é permitido, apenas não podem ir para a beira do asfalto porque é perigoso,os carros passam apressados. Depois os homens ajudaram a descer a pequena mobília de Douglas e em seguida o convidou a tomar um aperitivo enquanto Dora colocava as coisas no lugar. O homem se recusou no inicio, depois aceitou e foram até uma das casas que havia ao redor da fazenda. 
Era bem tarde quase hora da janta quando Douglas voltou trazendo uma tigela cheia de carne de caça e disse a Dora, ganhei essa carne está saborosa, acho que é de paca, Dora não comia caça então disse ao marido faça bom proveito. Depois de jantarem as meninas foram ao jardim colher rosas para enfeitar as mesas e bancas que havia na casa, eram muitas todas sem toalhas e algumas cheias de gordura, depois de trabalharem duro as filhas e Dora deixaram tudo bonito. A fazenda trazia o nome pendurado no canto da casa em madeira pesada desenhada. Tinha o nome de  coração de criança. Douglas estranhou o nome e interrogou a André que lhe contou uma história triste, a filha do patrão havia sido morta ali na fazenda quem a matou tirou seu coração, era uma vingança. Desde então Manoel se mudara com a esposa e a outra filha para outro País. Mas antes era um tirano, só depois da morte da filha ela amenizara um pouco sua maldade. As coisas começavam a fazer sentido para Matilda que não parava de pensar no sonho. A noite antes de dormirem a família fez as orações como sempre e foram se deitar, as duas irmãs dormiriam num quarto grande bem arejado com três camas de solteiro e um grande armário na parede. Marcos o caçula dormiria no quarto dos pais numa cama de viúvo que havia ali, o quarto era amplo e continha uma cortina velha de renda na parede. O dia raiou logo parecia que nem haviam dormido tão grande era o cansaço da família, as primeiras horas do dia foram para percorrer a fazenda e ver toda beleza que havia ali. Era muitas plantações de frutas e árvores de madeira de lei, o jardim era grande e ocupava uma boa área da fazenda, havia quatro casas pequenas em volta, todas continham mobílias simples e de madeira rústica. Mariana estava encantada com a horta que estava cheia de verduras que André cuidava, ele vendia na cidade toda sexta feira, Dora estava amedrontada com os olhares de André em cima dela, ela jovem e bela, tinha o corpo bem definido e os cabelos longos e encaracolados, seu sorriso lhe completava a beleza. Douglas mal tivera tempo de olhar as coisas ali e já fora para cidade comprar as encomendas de André que ainda ficaria umas duas semanas ali lhe passando todo trabalho.
Depois de passarem um dia todo conhecendo as novidades da fazenda era chegada a hora de finalmente falarem sobre o assunto da escola das crianças com André, este mostrou favorável e até se dispôs a ir levar Dora na cidade com as crianças e lhe mostrar a escola e cuidar de tudo que fosse necessário. Dora sentindo medo se recusou a ir com o homem, mas o marido lhe disse que fosse enquanto ele faria uma cerca melhor em volta da horta junto com outros dois homens que também trabalhavam ali. Na estrada enquanto dirigia André perguntou a Dora o que ela desejava ganhar de presente para sua nova casa, ela disse que nada, agradeceu e permaneceu em silêncio, depois o homem perguntou as crianças que cheias de entusiasmo cada uma pediu algo diferente, seria uma festa a ida na cidade.Ao retornarem para a fazenda as meninas estavam radiantes, haviam ganhado perfumes,maquiagens e prendedores de cabelo além de todo material escolar, Marcos ganhara bolas e jogos de biliar a também material escolar. Dora também mesmo sem querer havia ganhado perfumes maquiagens sabonetes prendedores de cabelos e algumas vasilhas de louça para sua cozinha. André nada bobo havia comprado bonés e botas para Douglas, o homem era mesmo tinhoso, estava cheio de segundas intenções com Dora. Desde que chegaram na fazenda o casal trabalhava sem tréguas e as crianças aguardavam ansiosas o dia de irem estudar na cidade, Douglas as levaria depois que André se fosse de vez para a casa da filha. Dora não estava gostando da situação que estava vivendo, trabalhava muito e a noite quando teria um tempo a sós com o marido os homens o convidavam a jogar cartas e beber na casa deles. Isto era plano de André que estava completamente apaixonado por Dora, ele era solteirão passava de 50 anos e uma única filha era de uma das empregadas da fazenda, ele havia tido essa filha e após a empregada morrer ele cuidou dela ate se casar. Desde então ele nunca mais se interessou por nenhuma mulher até por os olhos em Dora. Seu coração batia descompassado e arranjava mil desculpas para aproximar da mulher que não sabia o que fazer para sair da situação sem magoar André. .... A história continua  no segundo episódio. 

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.

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-Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", E o novo romance O Amor Acontece em Toscana, também contos variados primeiro edição volume um. á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital).


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 One night while the children slept the couple commented among themselves, could one day we live in another place with better living conditions for our children, but with the security we have here? Dora the wife responds to Douglas, yes we will, God will provide better days in our lives. Yes, Douglas said, the children slept soundly without realizing the concern of their parents who thought of a better future for them. Dora took care of the house and vegetable and vegetable plantations, and tended to the laying hens, Douglas went every morning with his cold kettle to work on Mr. Alfredo's crops, he earned little, but with Dora's savings they survived. The vegetables and the laying hens gave an aid in the expenses, Dora taught the children to make economy of all that they used, the children were Matilda, Mariana and Marcos the youngest. They learned early on that they needed to help their parents, Matilda the older one dreamed one day to go to the city where an aunt lived, she wanted to study and to be a teacher. Mariana in the middle said that she wanted to be like mother hands on earth, she helped Dora in the flower beds and planted the vegetables, the youngest was only six years old and was always behind the mother and the sisters. Matilda was finishing the primary that was offered there in the countryside, as soon as Aunt Lucia appeared she would ask to go and live with her in the city, which the parents would not let. Douglas confided to a co-worker's willingness to improve his life far away, as he could not bear to work from sun up to the sun and at the end of the month the money would not be enough to close the expenses. Even with the precious help of his wife Dora, things were difficult, and it was time to think better about the change.
Dora was watching the sad and sad husband and decided to approach him, this somewhat discouraged invites his wife to take a ride on the road that led to the stream that cut Mr. Alfredo lands. There they watched the calm waters of the stream, they talked and made a decision, they would find a place to move, the tranquility there was good, the children were safe, but what future would they have? They were young could still have a job with better conditions and thus ensure a better future for their children. Douglas would tell Mr. Alfredo that he would go out in search of a job that could give him a better life for his family. So Dora agreed they would go together, the night after they prayed they talked to daughters who were a little older than Mark. Matilda agreed with her parents and proposed to try a job to look after children, parents laughed and said thank you daughter, but how can a child take care of another? Matilda was 12 years old, intelligent and kind, had enough judgment for her age, Mariana was 10 was more child still played with the cloth dolls that her mother made. While sleeping Matilda dreamed of the new house, it was a large place full of flowers and small houses around the big house, the garden was big and covered with flowers of half a day, everything was beautiful, but one thing was strange in the big house , there was a door that could not be opened, she curiously opened the door and came upon a coffin. The screaming girl woke the parents who ran to her room, she sweated and cried at the same time. It was a dream, Dora said, after hearing her daughter, they went back to sleep at dawn, in the morning Douglas and Dora went to the farm to talk to their boss, after hearing them Alfredo settled the accounts with Douglas and said goodbye in a week. couple should leave the land. The week passed quickly as soon as Saturday arrived the truck was approaching the bend in the road and Matilda cried for leaving there everything she had lived in her childhood.
On a farm within 200 km there was a farmer who needed a housekeeper to live on the farm and take care of it, it was the indication of Douglas's colleague, it was close to town and there was everything Douglas was looking for, he would arrive before sending his wife and the children came down from the truck, it was a big and beautiful farm, Matilda recognized her right away and told her mother we can not live here, it's the big house that I dreamed of, Dora kissed her daughter and said it was just a dream daughter. Douglas was greeted by a tall dark-haired man with a large beard who took the note that his colleague had sent, then invited Douglas to sit down and offered him a coffee, the man was the account taker who lived there on the farm for over 30 years and now he was finally going to live with his daughter in town. André was his name, then he advised Douglas to send his family down from the truck and showed him everything, said that the boss lived outside the country and only came once a year, but communicated every week by video call. The name of the boss was Manoel Euzébio, the man was rich and powerful, in the region everyone feared him. No problem, said Douglas, Matilda looked at every corner of the farm and wondered where the room behind the closed door was, unable to hold the child's curiositythe girl asks Andre if there was not a secret room around. The man smiled and said no! Here everything is allowed, just can not go to the edge of the asphalt because it is dangerous, cars pass in a hurry. Then the men helped down Douglas's little furniture and then invited him to have an aperitif while Dora put things in place. The man refused at first, then accepted and went to one of the houses that were around the farm.
It was late afternoon almost dinner time when Douglas came back bringing a bowl full of game meat and told Dora, I got that meat is tasty, I think it's paca, Dora did not eat game so he told his husband to make a good profit. After dinner the girls went to the garden to pick roses to decorate the tables and benches that were in the house, were many without towels and some full of fat, after working hard the daughters and Dora made everything beautiful. The farm bore the name hanging in the corner of the house in heavy, drawn wood. It had the name of a child's heart. Doubt the name of Douglas, and he questioned Andrew, who told him a sad story, his master's daughter had been killed there on the farm, and whoever killed her took his heart, it was revenge. Since then Manoel had moved with his wife and another daughter to another country. But before that he was a tyrant, only after the death of his daughter had he softened his evil. Things began to make sense for Matilda, who kept thinking about the dream. The night before they slept the family made the usual prayers and went to bed, the two sisters would sleep in a large well-ventilated room with three single beds and a large cabinet on the wall. Mark the youngest would sleep in his parents' room on a widow's bed, the room was large and contained an old curtain of lace on the wall. The day soon dawned, it seemed as if they had not slept so great was the fatigue of the family, the first hours of the day were to go through the farm and see all the beauty that was there. There were many fruit plantations and hardwood trees, the garden was large and occupied a good area of ​​the farm, there were four small houses around, all containing simple furnishings and rustic wood. Mariana was delighted with the garden that was full of vegetables that Andre took care of, he sold in the city every Friday, Dora was frightened by André's looks on her, she was young and beautiful, her body well defined and her hair long and curly, his smile filled his beauty. Douglas had barely had time to look at things there and he had gone to town to buy the orders from Andre that he would still spend a couple of weeks there doing all his work.
After spending a whole day getting to know the farm news, it was time to finally talk about the children's school with Andre, who was very supportive and even prepared to take Dora into the city with the children and show her the school and take care of everything that was needed. Dora was afraid she refused to go with the man, but her husband told her to go while he would make a better fence around the vegetable garden along with two other men who also worked there. On the road while driving André asked Dora what she wanted to earn as a gift to her new home, she said nothing, thanked and remained silent, then the man asked the children that full of enthusiasm each asked for something different, it would be a party When they returned to the farm, the girls were radiant, they had won perfumes, make-up and hairbrushes in addition to all school supplies, Marcos had won balls and bile games with school supplies as well. Dora had also unwittingly earned perfumes makeup hairpins soaps and some dishware for her kitchen. Andre had not bought anything and had bought hats and boots for Douglas, the man was really dingy, he was full of ulterior motives with Dora. From the time they arrived at the farm the couple worked without respite, and the children waited anxiously for the day to go to study in the city, Douglas would take them after André went to his daughter's house. Dora did not like the situation she was living in, she worked hard and the night when she would have some time alone with her husband the men would invite him to play cards and drink at their house. This was André's plan that was completely in love with Dora, he was a bachelor over 50 years old and a single daughter was from one of the farm's maids, he had had this daughter and after the maid died he cared for her until he was married. Since then he has never been interested in any woman until his eyes on Dora. His heart was beating and he was making excuses to approach the woman who did not know what to do to get out of the situation without hurting André. .... The story continues in the second episode.
Text of the author Luzia Couto. Copyright The author is reserved. No part of this work may be copied, collated, reproduced, reproduced or disseminated in any medium without the express authorization of the author under penalty of violation of the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.
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-Lucia Couto is the author of the novel "A Prison in Paradise", and the new novel The Love Happens in Tuscany, also varied tales first edition volume one. for sale at the bookstores Clube de Autores (Printed Version) and Amazon (Digital Version).

++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++ Una cierta noche mientras los hijos dormían la pareja comentaba entre sí, será que un día podremos vivir en otro lugar con mejores condiciones de vida para nuestros hijos, pero con la seguridad que tenemos aquí? Dora la esposa responde a Douglas, vamos sí, Dios proveerá días mejores en nuestras vidas. Sí afirmaba Douglas, los niños dormían tranquilos sin percibir la preocupación de los padres que pensaban en un futuro mejor para ellos. Dora cuidaba de la casa y de las plantaciones de verduras y verduras, y cuidaba de las gallinas ponedoras, Douglas iba todas las mañanas con su marmita fría para trabajar en las labranzas del señor Alfredo, él ganaba poco, pero con las economías de Dora ellos sobrevivían. Las hortalizas y las gallinas ponedoras daban una ayuda en los gastos, Dora enseñaba a los hijos a hacer economía de todo lo que usaban, los niños eran Matilda, Mariana y Marcos el menor. Ellos aprendieron desde temprano que necesitaban ayudar a los padres, Matilda la más vieja soñaba un día ir a la ciudad donde una tía vivía, ella quería estudiar y ser profesora. Mariana la del medio decía que quería ser igual a la madre manos en la tierra, ella ayudaba a Dora en los canteros ya plantar las verduras, el menor tenía apenas 06 años y quedaba todo el tiempo atras de la madre y de las hermanas. Matilda estaba terminando el primario que era ofrecido allí en la roza, tan pronto como la tía Lucía apareciera ella pedía para ir a vivir con ella en la ciudad, lo que los padres no dejarían. Douglas confesó a un compañero de trabajo la voluntad de mejorar de vida lejos de allí, pues no soportaba más trabajar sol a sol y al final del mes el dinero no dar para cerrar los gastos. Incluso con la ayuda preciosa de la esposa Dora las cosas eran difíciles, había llegado la hora de pensar mejor en el tema de cambio.
Dora estaba observando al esposo cabizbajo y triste y resolvió abordarlo, este un tanto desanimado invita a su esposa a dar una vuelta en la carretera que llevaba al arroyo que cortaba las tierras de Sr. Alfredo. Allí mientras observan las aguas tranquilas del arroyo ellos conversaban y tomaron una decisión, iban a buscar un lugar para mudarse, la tranquilidad allí era buena, los niños estaban seguros, pero qué futuro tendrían? Ellos eran jóvenes todavía podrían tener un trabajo con mejores condiciones y así garantizar un futuro mejor a sus hijos. Douglas le diría a Alfredo que saldría en busca de un trabajo que le diera condiciones de ofrecer una vida mejor a su familia. Siendo así Dora acordó irían juntos, la noche después de hacer las oraciones ellos conversaron con las hijas que eran un poco más grandes que Marcos. Matilda concordó con los padres y se propuso a intentar un trabajo para cuidar de niños, los padres se rieron y dijeron agradecemos a la hija, pero ¿cómo un niño podrá cuidar de otra? Matilda tenía 12 años, era inteligente y tierna, tenía bastante juicio para su edad, Mariana tenía 10 era más niño aún jugaba con las muñecas de tela que la madre hacía. Mientras dormía Matilda soñó con la nueva vivienda, era un lugar amplio lleno de flores y unas casas pequeñas alrededor de la casa grande, el jardín era grande y cubierto de flores de medio día, todo era hermoso, pero una cosa era extraña en la casa grande , había una puerta que no podía ser abierta, ella curiosa abría la puerta y se encontró con un ataúd. A los gritos la niña despertó a los padres que corrieron hasta su cuarto, ella sudaba y lloraba al mismo tiempo. En el caso de que no se conozcan los nombres de los personajes de la saga, los personajes de la saga Crepúsculo son los siguientes: la pareja debería dejar las tierras. La semana pasó rápido pronto llegó el sábado el camión acercaba a la curva de la carretera y Matilda lloraba por dejar allí todo lo que vivió en su infancia.
En una granja en un radio de 200 kilómetros había un granjero que necesitaba un casero para vivir en la hacienda y cuidar, era la indicación del compañero de Douglas, estaba cerca de la ciudad y había todo lo que Douglas buscaba, él llegaría antes de mandar a su esposa y los hijos descendieron del camión, era una hacienda grande y bella, Matilda la reconoció de inmediato y dijo la madre no podemos vivir aquí, es la casa grande que soñé, Dora besó a su hija y dijo fue sólo un sueño hija. Douglas fue recibido por un hombre alto moreno de barba grande que tomó el billete que el colega había mandado, luego invitó a Douglas a sentarse y le ofreció un café, el hombre era el tomador de cuenta que vivía allí en la granja por más de 30 años y ahora iba a vivir con la hija en la ciudad. En el caso de que se trate de una persona que no sea de su familia, no se le ocurrirá. El nombre del jefe era Manoel Euzébio, el hombre era rico y poderoso, en la región todos lo temían. Sin problemas, afirmó Douglas,Matilda miraba cada rincón de la hacienda y pensaba donde está el cuarto que tras la puerta cerrada, sin conseguir agarrar la curiosidad, la niña le pregunta a Andrés si no había por allí n a una habitación secreta. El hombre sonrió y dijo, no. Aquí todo está permitido, apenas no pueden ir al borde del asfalto porque es peligroso, los coches pasan apresurados. Después los hombres ayudaron a bajar el pequeño mobiliario de Douglas y luego le invitó a tomar un aperitivo mientras Dora colocaba las cosas en su lugar. El hombre se rehusó al principio, después aceptó y fueron a una de las casas que había alrededor de la hacienda. 
En el caso de que se trate de una persona que no sea de su agrado, no se le ocurrirá. Después de cenar las chicas se fueron al jardín cosechar rosas para adornar las mesas y los puestos que había en la casa, eran muchas todas sin toallas y algunas llenas de grasa, después de trabajar duro las hijas y Dora dejaron todo hermoso. La hacienda traía el nombre colgado en la esquina de la casa de madera pesada dibujada. Tenía el nombre de corazón de niño. Douglas extrañó el nombre e interrogó a Andrés que le contó una historia triste, la hija del jefe había sido muerta allí en la granja quien la mató sacó su corazón, era una venganza. Desde entonces Manoel se había mudado con la esposa y la otra hija a otro País. Pero antes era un tirano, sólo después de la muerte de su hija ella suavizó un poco su maldad. Las cosas comenzaban a tener sentido para Matilda que no paraba de pensar en el sueño. La noche antes de dormir la familia hizo las oraciones como siempre y se acostaron, las dos hermanas durmieron en una habitación grande bien ventilada con tres camas de soltero y un gran armario en la pared. Marcos el chico dormía en la habitación de los padres en una cama de viudo que había allí, la habitación era amplia y contenía una cortina vieja de encaje en la pared. El día rayó pronto parecía que ni habían dormido tan grande era el cansancio de la familia, las primeras horas del día fueron a recorrer la hacienda y ver toda la belleza que había allí. Era muchas plantaciones de frutas y árboles de madera de ley, el jardín era grande y ocupaba una buena área de la hacienda, había cuatro casas pequeñas alrededor, todas contenían muebles simples y de madera rústica. Mariana estaba encantada con la huerta que estaba llena de verduras que André cuidaba, él vendía en la ciudad cada viernes, Dora estaba asustada con las miradas de Andrés sobre ella, ella joven y bella, tenía el cuerpo bien definido y los cabellos largos y y su sonrisa le completó la belleza. Douglas apenas había tenido tiempo de mirar las cosas allí y ya fuera para la ciudad comprar los pedidos de André que todavía quedaría unas dos semanas allí le pasando todo el trabajo.
Después de pasar un día entero conociendo las novedades de la hacienda era la hora de finalmente hablar sobre el asunto de la escuela de los niños con Andrés, éste mostró favorable y hasta se dispuso a ir a llevar a Dora en la ciudad con los niños y mostrarle la escuela y, cuidar de todo lo que fuera necesario. Dora sintiendo miedo se rehusó a ir con el hombre, pero su marido le dijo que fuera mientras él haría una cerca mejor alrededor de la huerta junto a otros dos hombres que también trabajaban allí. En la carretera mientras conducía André preguntó a Dora lo que ella deseaba ganar de regalo para su nueva casa, ella dijo que nada, agradeció y permaneció en silencio, después el hombre preguntó a los niños que llenos de entusiasmo cada uno pidió algo diferente, sería una fiesta a la vuelta en la ciudad. Al regresar a la hacienda las chicas estaban radiantes, habían ganado perfumes, maquillajes y sujetadores de pelo además de todo material escolar, Marcos ganó balones y juegos de biliar a también material escolar. Dora también incluso sin querer había ganado perfumes maquillajes jabones prendedores de pelo y algunas vasijas de vajilla para su cocina. André nada bobo había comprado gorras y botas para Douglas, el hombre era incluso tinto, estaba lleno de segundas intenciones con Dora. Desde que llegaron a la hacienda la pareja trabajaba sin tregua y los niños esperaban ansiosos el día de ir a estudiar en la ciudad, Douglas las llevaría después de que Andrés se fuera de vez para la casa de su hija. Dora no estaba disfrutando de la situación que estaba viviendo, trabajaba mucho y la noche cuando tenía un tiempo a solas con el marido los hombres le invitaban a jugar cartas y beber en su casa. En el caso de que se trate de una persona que no sea de su familia, no se le ocurrirá. Desde entonces él nunca más se interesó por ninguna mujer hasta por los ojos en Dora. Su corazón golpeaba descompasado y arreglaba mil disculpas para acercarse a la mujer que no sabía qué hacer para salir de la situación sin herir a Andrés. ... La historia continúa en el segundo episodio.

Texto de la escritora Luzia Couto. Derechos Reservados Reservados a la autora. Prohibida la copia, pegado, reproducción de cualquier naturaleza o divulgación en cualquier medio, del todo o parte de esta obra, sin autorización expresa de la autora bajo pena de violación de las Leyes Brasileñas e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual.


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-Luzia Couto es autora del Romance "Una prisión en el paraíso", Y la nueva novela El Amor Acontece en Toscana, también contos variados primera edición volumen uno. a la venta en las librerías Club de Autores (Versión Impresa) y Amazon (Versión Digital).

Poesia | A solidão me alcança.

A saudade me beija,
a solidão me alcança
a alma chora sua falta
meus olhos choram 
Seu amor dentro de mim
é uma saudade que me abraça
que doí até o coração 
seu olhar me beija alma
insistindo pra não te esquecer 
O nosso amor é um caso antigo
história que não tem fim
é o futuro incerto do amor
seu amor  é como brasa ardente
me faz sentir criança apaixonada
sua lembrança é poesia pura
me faz sentir leve solto
feito tornado rodopiando na primavera
seu olhar me alcança a distância 
e minha alma canta uma poesia de amor. 

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.

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Longing kisses me,

loneliness reaches me

The soul cries for you

my eyes cry

Your love inside me

it's a longing that holds me

that hurts to the heart

your look kisses my soul

insisting not to forget you

Our love is an ancient affair.

endless story

it is the uncertain future of love

Your love is like burning coal.

makes me feel like a child in love

your memory is pure poetry

makes me feel light loose

made twirling in the spring

your look reaches me in the distance 
and my soul sings a poetry of love. 

Text of the author Luzia Couto. Copyright The author is reserved. No part of this work may be copied, collated, reproduced, reproduced or disseminated in any medium without the express authorization of the author under penalty of violation of the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights. 

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La nostalgia me besa,

la soledad me alcanza

el alma llora su falta

mis ojos lloran

Su amor dentro de mí

es una nostalgia que me abraza

que doy hasta el corazón

tu mirada me besa alma

que no te olvides

Nuestro amor es un caso antiguo

historia que no tiene fin

es el futuro incierto del amor

su amor es como brasa ardiente

me hace sentir apasionado

su recuerdo es poesía pura

me hace sentir ligero suelto

hecho hecho girar en la primavera

su mirada me alcanza la distancia

y mi alma canta una poesía de amor. 

Texto de la escritora Luzia Couto. Derechos Reservados Reservados a la autora. Prohibida la copia, pegado, reproducción de cualquier naturaleza o divulgación en cualquier medio, del todo o parte de esta obra, sin autorización expresa de la autora bajo pena de violación de las Leyes Brasileñas e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual. 

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Poema | O Amor.

O amor sentimento nobre, aquece os corações, adoça os beijos, alegra a alma e faz todo humano suspirar pelos cantos.
Quando ele chega as histórias tristes ganham finais felizes, os sorrisos abrem e o preto e branco ganha cor. 
Assim é o amor que gera a vida, que traz alegria e paz, que arranca suspiros e a canção mais bela existir.
Tudo o amor transforma nessa terra, desde o mais moço ao mais idoso conhece o amor, este que faz o impossível acontecer.

Quando o amor acontece a natureza floresce, as canções ficam alegres e chuva molha a terra e a lua clareia a terra com seus raios prateado. 
Sem este sentimento os corações se entristecem e as almas suspiram a falta dele, mas se ele chega tudo vira festa  os olhos brilham  os corações cantam melodias harmoniosas. 
Quando o amor acontece  a terra celebra em todos os sentidos, as flores coloridas perfumam o ambiente, as águas límpidas enchem as fontes, as crianças brincam,os casais se enamoram  e o céu celebra com a melodia de amor.
Os anjos cantam e os corações festejam,os amantes se beijam, a natureza colore a terra, a chuva molha e o vento sopra as pétalas das flores para banhar as águas da chuva, assim o amor se faz em meio a tudo e a todos. 

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. 
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-Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", E o novo romance O Amor Acontece em Toscana, também contos variados primeiro edição volume um. á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital
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Love noble feeling, warms the hearts, sweetens the kisses, rejoices the soul and makes all human sigh for the songs. 
When he arrives the sad stories win happy endings, the smiles open and the black and white gains color. 
Such is the love that generates life, which brings joy and peace, which draws sighs and the most beautiful song to exist. 
All love transforms this earth, from the youngest to the oldest, knows the love, the one that makes the impossible happen. 
When love happens nature blossoms, the songs become joyful and rain waters the earth and the moon clears the earth with its silver rays. 
Without this feeling the hearts grieve and the souls sigh for the lack of it, but if it arrives everything becomes party the eyes shine the hearts sing harmonious melodies. 
When love happens the earth celebrates in every way, the colorful flowers perfume the environment, the clear waters fill the fountains, the children play, the couples fall in love and the sky celebrates with the melody of love. 
Angels sing and hearts celebrate, lovers kiss, nature colors the earth, the rain soaks and the wind blows the petals of the flowers to bathe the rain, so love is done in the midst of everything and everyone. 
Text of the author Luzia Couto. Copyright The author is reserved. No part of this work may be copied, collated, reproduced, reproduced or disseminated in any medium without the express authorization of the author under penalty of violation of the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.

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-Lucia Couto is the author of the novel "A Prison in Paradise", and the new novel The Love Happens in Tuscany, also varied tales first edition volume one. for sale at bookstores Clube de Autores (Printed Version) and Amazon (Digital Version
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El amor sentimiento noble, calienta los corazones, endulza los besos, alegra el alma y hace todo humano suspirar por los cantos. 
Cuando llega las historias tristes ganan finales felices, las sonrisas se abren y el blanco y negro gana color. 
Así es el amor que genera la vida, que trae alegría y paz, que arranca suspiros y la canción más bella existe. 
Todo el amor transforma en esa tierra, desde el más joven al más viejo conoce el amor, éste que hace que lo imposible suceda.  
Cuando el amor ocurre la naturaleza florece, las canciones se alegran y la lluvia moja la tierra y la luna aclara la tierra con sus rayos plateados. 
Sin este sentimiento los corazones se entristecen y las almas suspira la falta de él, pero si llega todo gira los ojos brillan los corazones cantan melodías armoniosas. 
Cuando el amor ocurre la tierra celebra en todos los sentidos, las flores coloridas perfuman el ambiente, las aguas límpidas llenan las fuentes, los niños juegan, las parejas se enamoran y el cielo celebra con la melodía de amor. 
Los ángeles cantan y los corazones festejan, los amantes se besan, la naturaleza colorea la tierra, la lluvia moja y el viento sopla los pétalos de las flores para bañar las aguas de la lluvia, así el amor se hace en medio de todo y de todos. 

Texto de la escritora Luzia Couto. Derechos Reservados Reservados a la autora. Prohibida la copia, pegado, reproducción de cualquier naturaleza o divulgación en cualquier medio, del todo o parte de esta obra, sin autorización expresa de la autora bajo pena de violación de las Leyes Brasileñas e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual.  

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Prosa | A menina do livro.

Menina do livro sorridente e feliz a caminhar por estradas desconhecidas. Menina que busca conhecimento e sabedoria através das palavras.
Conhecimento este que a leva por caminhos diferentes e distantes. Sonha em conhecer o mundo e talvez outros Países. Porem seu mundo se resume ali nas páginas de um livro amarelado e velho. Menina sábia busca respostas que ali não encontra, mas sua curiosidade deixa os adultos espantados. Tal menina se chama Hanna, e tudo que ela quer é conhecer de onde vem as grandezas encontradas ali na história escrita com letras desfeitas pelo tempo. Hanna menina simples e solitária, se diverte com as palavras  contidas no livro, desde pequenina aprendeu a juntar as letras e formar palavras, foi assim que aprendeu a ler. Quando se tornar adulta irá conhecer o mundo, quer ir longe voar por terras distantes e ver outras crianças. Sonha a menina ali adormecida debruçada no velho livro amarelado pelo tempo.  Será que um dia ela conseguiria  mesmo conhecer outros lugares? Tão só e no meio do mato vivia a menina do livro, casa simples onde pai e mãe quase não tinha tempo de observar a criança. Hanna vivia em mundo que ela mesmo inventava a cada amanhecer, todos dias ela vivia em um País diferente, conhecia culturas e pessoas, mas seu mundo era ali em meio a natureza ao lado de seu cão e seu velho livro.
Foi assim que Hanna desbravou estradas em meio ao mato e voou nas asas dos pássaros visitando jardins e palácios, conhecendo crianças e pequenos animais. Quando a noite chegava a menina estava exausta e dormia ali mesmo ao lado de seu cão e seu livro. Nas histórias contidas no livro, a menina se  apegou a uma que a levaria a um porto seguro onde ela viveria e escreveria sua própria história. Hanna a menina do livro sonhava que voava agarrada em sua sombrinha colorida e deixava ali seu livro junto com seu cachorro, um dia voltaria para busca-los. Foi assim que a menina do livro sonhadora e feliz voou para longe para conhecer a si própria e escrever sua própria história e um dia certamente voltou para buscar seus amigos inseparáveis. 

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.
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Prosa menina do livro.

Book girl smiling and happy to walk on unknown roads. Girl seeking knowledge and wisdom through words. 
Knowledge that leads you through different and distant paths. Dream of knowing the world and perhaps other countries. But his world is summarized there in the pages of a yellowish, old book. A wise girl seeks answers that she does not find there, but her curiosity leaves the adults amazed. This girl is called Hanna, and all she wants is to know where the greatness found there, in the history written with letters undone by time. Hanna, a simple and solitary girl, enjoys the words contained in the book, since she was a little girl, she learned to put letters together and to form words, that is how she learned to read. When you become an adult you will know the world, you want to go far to fly through distant lands and see other children. Dream the sleeping girl leaning in the old book yellowed by time. Could she ever get to know other places? So alone and in the thicket lived the book girl, a simple house where father and mother barely had time to observe the child. Hanna lived in the world that she invented every morning, every day she lived in a different country, knew cultures and people, but her world was there in the middle of nature next to her dog and her old book.

It was thus that Hanna paved roads in the woods and flew on the wings of the birds visiting gardens and palaces, meeting children and small animals. When night came the girl was exhausted and slept right there beside her dog and her book. In the stories contained in the book, the girl clung to one that would take her to a safe haven where she would live and write her own story. Hanna the book girl dreamed that she was flying on her colorful umbrella and left her book there with her dog, one day she would come back to find them. It was thus that the dreamy and happy book girl flew away to know herself and write her own story and one day certainly came back to get her friends inseparable. 

Text of the author Luzia Couto. Copyright The author is reserved. No part of this work may be copied, collated, reproduced, reproduced or disseminated in any medium without the express authorization of the author under penalty of violation of the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.

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Prosa menina do livro.

Chica del libro sonriente y feliz a caminar por caminos desconocidos. Chica que busca conocimiento y sabiduría a través de las palabras. 
Conocimiento este que la lleva por caminos diferentes y distantes. Sueña en conocer el mundo y quizás otros países. Pero su mundo se resume allí en las páginas de un libro amarillento y viejo. La niña sabia busca respuestas que allí no encuentra, pero su curiosidad deja a los adultos sorprendidos. Tal niña se llama Hanna, y todo lo que ella quiere es conocer de dónde vienen las grandezas encontradas allí, en la historia escrita con letras deshechas por el tiempo. Hanna niña sencilla y solitaria, se divierte con las palabras contenidas en el libro, desde pequeñita aprendió a juntar las letras y formar palabras, así fue como aprendió a leer. Cuando se convierta en adulta conocer el mundo, quiere ir lejos volando por tierras lejanas y ver a otros niños. Sueña a la niña allí dormida en el viejo libro amarillento por el tiempo. ¿Será que un día ella podría incluso conocer otros lugares? Tan sólo y en medio del bosque vivía la niña del libro, casa simple donde padre y madre casi no tenía tiempo de observar al niño. Hanna vivía en el mundo que ella misma inventaba a cada amanecer, cada día ella vivía en un país diferente, conocía culturas y personas, pero su mundo estaba allí en medio de la naturaleza al lado de su perro y su viejo libro.

Fue así que Hanna desbravó caminos en medio del bosque y voló en las alas de los pájaros visitando jardines y palacios, conociendo niños y pequeños animales. Cuando la noche llegaba a la niña estaba exhausta y dormía allí mismo al lado de su perro y su libro. En las historias contenidas en el libro, la niña se apegó a una que la llevaría a un puerto seguro donde ella vivía y escribiría su propia historia. Hanna la niña del libro soñaba que volaba agarrada en su sombrilla colorida y dejaba allí su libro junto con su perro, un día volvería para buscarlos. Fue así que la niña del libro soñadora y feliz voló lejos para conocerse a sí misma y escribir su propia historia y un día ciertamente volvió para buscar a sus amigos inseparables.

Texto de la escritora Luzia Couto. Derechos Reservados Reservados a la autora. Prohibida la copia, pegado, reproducción de cualquier naturaleza o divulgación en cualquier medio, del todo o parte de esta obra, sin autorización expresa de la autora bajo pena de violación de las Leyes Brasileñas e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual.

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Poesia | Amanheceu.

Amanheceu e tudo que queria era fechar meus olhos e dormindo sonhar contigo,
mas os sonhos só chegam quando se dorme, o coração descontrolado bate forte,
os sonhos aconteceram mesmo acordado, pois dormir não conseguia.

Tudo que um coração que ama quer sentir é o amor do ser amado, 
porém sem este amor nada é real e tudo vira sonhos e  fantasia, 
alma triste sofre o coração chora e soluça pensando que o amor acabou.

Mas se o amor se faz presente tudo é festa, alegria, sonhos passados, 
noites em claro tudo isso é nada quando se tem uma esperança, uma chama,
os olhos marejados agora brilham, pois sabe o amor chegou e com ele a felicidade.

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.
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Dawn and all I wanted was to close my eyes and sleep dreaming of you,

but dreams come only when one falls asleep, the uncontrolled heart beats hard,

the dreams happened really awake, because sleep could not. 


All that a heart that loves wants to feel is the love of the loved one,

but without this love nothing is real and everything turns dreams and fantasy,

sad soul suffers the heart cries and sobs thinking that love is over. 

But if love is present, it is all joy, joy, past dreams,

nights in the clear all this is nothing when you have a hope, a flame,

the watery eyes now shine, for the love has come and with it happiness. 

Text of the author Luzia Couto. Copyright The author is reserved. No part of this work may be copied, collated, reproduced, reproduced or disseminated in any medium without the express authorization of the author under penalty of violation of the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.

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Amanecía y todo lo que quería era cerrar mis ojos y durmiendo soñar contigo,

pero los sueños sólo llegan cuando se duerme, el corazón descontrolado golpea fuerte,

los sueños se sucedieron incluso despiertos, pues dormir no podía. 

Todo lo que un corazón que ama quiere sentir es el amor del ser amado,

pero sin este amor nada es real y todo se vuelve sueños y fantasía,

el alma triste sufre el corazón llora y solla pensando que el amor acabó. 

Pero si el amor se hace presente todo es fiesta, alegría, sueños pasados,

las noches en claro todo eso es nada cuando se tiene una esperanza, una llama,

los ojos mareados ahora brillan, pues sabe el amor ha llegado y con él la felicidad. 

Texto de la escritora Luzia Couto. Derechos Reservados Reservados a la autora. Prohibida la copia, pegado, reproducción de cualquier naturaleza o divulgación en cualquier medio, del todo o parte de esta obra, sin autorización expresa de la autora bajo pena de violación de las Leyes Brasileñas e Internacionales de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual.

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Poesia | Mulher

A mulher é feita de carinho, magia e sedução,
ela traz consigo o dom de encantar e envolver.
Nas coisas da coração ela sempre tem um jeito,
tem um olhar suspeito, mas pra tudo tem uma explicação.
Seu jeito criança e serena, olhar distante e ao mesmo tempo perto, ela dribla o tempo e resolve tudo.
Uma mulher encantadora e charmosa, delicada e bela, uma hora estrela, outra donzela, ela desfila e  brilha nos palcos da vida, fazendo do trabalho sua  própria passarela..

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.

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The woman is made of affection, magic and seduction,
it brings with it the gift of enchanting and enveloping.
In the things of the heart she always has a way,
has a suspicious look, but for everything has an explanation.
Her childish and serene way, looking distant and at the same time close, she dribbles the time and solves everything.
A charming and charming woman, delicate and beautiful, an hour star, another maiden, she parades and shines on the stages of life, making work her own catwalk ..

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La mujer está hecha de cariño, magia y seducción,
ella trae consigo el don de encantar y envolver.
En las cosas del corazón ella siempre tiene una manera,
y en el caso de que se trate de una persona,
Su estilo niño y serena, mirada distante y al mismo tiempo cerca, ella dribla el tiempo y lo resuelve todo.
Una mujer encantadora y encantadora, delicada y bella, una hora estrella, otra doncella, ella desfila y brilla en los escenarios de la vida, haciendo del trabajo su propia pasarela.

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Poesia | Saudade.

Oh saudade onde moras? Moro bem ali, não muito distante.

Oh saudade onde moras? Moro nos corações mais distantes e nos mais apaixonados.

Oh saudade onde moras? Moro onde ninguém me vê, mas sentem a minha presença.

Oh saudade onde moras? Moro onde os amores já moraram e depois se foram.

Oh saudade onde moras? Moro onde a distância separou os entes queridos.

Oh saudade onde moras? Moro na eternidade, na distância, na presença que virou ausência e nos corações nos mais remotos lugares.

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.

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I miss where you live? I live right there, not far.

I miss where you live? I live in the most distant hearts and the most in love.

I miss where you live? I live where no one sees me but feel my presence.

I miss where you live? I live where the loves have lived and then gone.

I miss where you live? I live where distance separated the loved ones.

I miss where you live? I dwell in eternity, in the distance, in the presence that has become absence and in hearts in the most remote places.



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¿Oh nostalgia donde moras? Yo vivo allí, no muy lejos.

¿Oh nostalgia donde moras? Vivo en los corazones más distantes y en los más apasionados.

¿Oh nostalgia donde moras? Vivo donde nadie me ve, pero sienten mi presencia.

¿Oh nostalgia donde moras? Moro donde los amores ya moraron y luego se fueron.

¿Oh nostalgia donde moras? Moro donde la distancia separó a los seres queridos.

¿Oh nostalgia donde moras? Vivo en la eternidad, en la distancia, en la presencia que se ha vuelto ausencia y en los corazones en los más remotos lugares.



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Poesia | A lua.

Alua apareceu no céu escuro e me trouxe sua imagem de volta. 
Então os olhos turvaram, as lágrimas rolaram e molharam o rosto.
O coração bateu descompassado, a saudade que estava adormecida acordou.
Então a alma triste no vazio de sua ausência ficou.
A lua então triste foi embora, deixando o céu escuro e sem brilho.
A noite sem luar é como um coração sem amor e como uma alma sem luz.
As lembranças que voltam como tempestade em dias sem sol, são como a terra seca sem chuva.
Sua ausência machuca e dilacera o coração que na solidão chora sua falta, onde a lua mora sei que ai também fostes morar. 

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Alua appeared in the dark sky and brought me her image back.


Then his eyes clouded, tears rolled down and wet his face.


Her heart thumped, the longing that had fallen asleep awakened.


Then the sad soul in the emptiness of its absence remained.


The then sad moon was gone, leaving the sky dark and dull.


The moonless night is like a heart without love and like a soul without light.


Memories that return like a storm on days without sun, are like dry land without rain.


Your absence hurts and tears the heart that in solitude mourns your lack, where the moon dwells I know that you also lived there.

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Alá apareció en el cielo oscuro y me trajo su imagen de vuelta.


Entonces los ojos turbaron, las lágrimas rodaron y mojaron la cara.


El corazón golpeó descompasado, la nostalgia que dormía se despertó.


Entonces el alma triste en el vacío de su ausencia se quedó.


La luna entonces triste se fue, dejando el cielo oscuro y sin brillo.


La noche sin luar es como un corazón sin amor y como un alma sin luz.


Los recuerdos que vuelven como tempestad en días sin sol, son como la tierra seca sin lluvia.


Su ausencia machuca y dilata el corazón que en la soledad llora su falta, donde la luna mora sé que ahí también habéis vivido.

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Poema | Chuva fria.

Chovia lá fora o tempo estava frio porém,
Mas a chuva insiste em cair e apagar meu chamado.
Queria ser livre como a chuva que vai para onde quiser,
queria molhar a saudade e apagar as lembranças,
Sei que inútil tentar pois a cada instante você comigo está.
As noites são longas e solitárias sem você comigo,
o amanhecer é como noite em trevas,
Somente quando tiver seu amor terei dias ensolarados.
A chuva cai molhando tudo deixando frio e úmido,
as lembranças começam a brotar como mágica,
A solidão se achega procurando abrigo e encontra.
Um coração que ama não sobrevive assim,
o tempo cura tudo somente a sua ausência não, 
Talvez um dia no futuro além do mar essa cicatriz fechará. 

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