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Poesia | Terra do Contrário.

Lá na terra do contrário a gente anda assim, um passo atrás do outro e outro viradim.
As flores são no chão e as raízes para o ar, um galho atrás do outro e as folhas a bailar.
Os animais voam baixinho e as aves a rastejar, os ninhos são no chão, e as pastagens pelo ar.
As frutas são salgadas e as folhas carameladas, os doces são de sal e as massas adoçadas.
As pessoas dormem no dia e trabalham pela noite, as coisas lá são feitas diferentes.
As crianças comem carne e jiló,os adultos comem  algodão doce e brincam de totó.Os balanços são de maria mole e as redes de marshmallow.
O bolo é feito de chuchu e o chuchu é feito de pão, quem não gostar de comer assim fica magro e voa como balão.
As casas são feitas de rapadura e as portas de melão, o telhado é  de trigo e as janelas de requeijão, quem quiser  uma casa assim é só comprar do senhor  feijão.
As meninas usam cabelos curtos e os meninos compridão, os meninos usam tranças e as meninas chapelão.
Nesta terra do contrario é mesmo uma confusão, quem nunca foi lá e só fechar os olhos e enxergar com o coração. 
Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.


Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital)


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There in the land otherwise we walk like this, one step after another and another viradim.


The flowers are on the ground and roots to the air, one branch after another and the leaves to dance.


The animals fly softly and the birds crawl, the nests are on the ground, and the pastures through the air.


The fruits are salty and the leaves carameladas, the sweet ones are of salt and the sweetened pastas.


People sleep in the day and work at night, things there are made different.


The children eat meat and jiló, the adults eat cotton candy and play geek. The swings are of maria mole and the marshmallow nets.


The cake is made of chuchu and the chuchu is made of bread, those who do not like to eat so it is thin and flies like a balloon.


The houses are made of rapadura and the doors of melon, the roof is wheat and the windows of curd, whoever wants a house like that is only to buy from the lord beans.


The girls wear short hair and the boys are long, the boys wear braids and the girls are big.


In this land of the opposite is really a confusion, who has never been there and only close your eyes and see with your heart.

Text of the author Luzia Couto. Copyright The author is reserved. No part of this work may be copied, collated, reproduced or reproduced in any medium without the express authorization of the author under penalty of violation of the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.


Luzia Couto is the author of the novel "A Prison in Paradise", for sale at the Book Club Authors Club (Printed Version) and Amazon (Digital Version)


---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Allí, en el suelo de lo contrario caminamos así, un paso tras otro y otro viradim.

Las flores están sobre la tierra y las raíces al aire, una rama detrás de la otra y deja el baile.


Los animales y las aves vuelan en silencio a gatear, los nidos están en el suelo, y los pastos en el aire.


Las frutas son hojas salados y confitadas, dulces son la sal y endulzados las masas.


La gente duerme en el día y trabajan por la noche, las cosas que se hacen diferentes.


Los niños comen la carne y la berenjena, los adultos comen algodón de azúcar y el juego de columpios totó.Os son suaves redes maria y malvavisco.


La torta está hecha de chayote y chayote está hecha de pan, que no le gusta comer bien es delgado y vuela como globo.


Las casas están hechas de azúcar y melón puertas marrones, el techo es ventanas de trigo y requesón, los que quieren una casa para comprar sólo Mr. Bean.


Las chicas usan el pelo corto y compridão chicos, chicos llevan trenzas y las muchachas grandes del sombrero.


En esta tierra de contraste es aún la confusión, que nunca ha estado allí y simplemente cerrar los ojos y ver con el corazón.

Luzia Couto escritor del texto. Los derechos de autor reservado al autor. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio de todo o parte de este trabajo sin permiso del autor bajo pena de violación de la ley brasileña y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.


Luzia Couto es autor el romance "Una prisión en el paraíso", a la venta en las librerías Autores Club (Versión impresa) y Amazon (versión digital)


---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Là, sur le terrain sinon nous marchons bien, un pas après l'autre et un autre viradim.
 Les fleurs sont sur le terrain et les racines en l'air, une branche derrière l'autre et laisse la danse.


Les animaux volent tranquillement et les oiseaux à ramper, les nids sont sur le terrain, et des pâturages dans l'air.


Les fruits sont des feuilles salées et confits, bonbons sont le sel et le sucré des masses.


Les gens dorment dans la journée et le travail de nuit, les choses qui sont faites différents.


Les enfants mangent de la viande et les aubergines, les adultes mangent barbe à papa et le jeu des balançoires totó.Os sont des réseaux maria et guimauve doux.


Le gâteau est fait de chayote et chayote est faite de pain, qui n'aime pas bien manger est mince et vole comme ballon.


Les maisons sont faites de sucre et de melon brun portes, le toit est blé et caillebotte fenêtres, ceux qui veulent une maison si juste acheter Mr. Bean.


Les filles portent les cheveux courts et compridão garçons, les garçons portent des tresses et des grandes filles chapeau.


Sur cette terre de contraste est encore la confusion, qui n'a jamais été là et il suffit de fermer les yeux et de voir avec votre coeur.

Luzia Couto auteur du texte. Droit d'auteur réservé à l'auteur. La copie, le collage, la reproduction ou la divulgation de toute nature sur tout support de tout ou partie de ce travail sans l'autorisation de l'auteur, sous peine de violation de la loi brésilienne et de la protection internationale des droits de propriété intellectuelle.


Luzia Couto est roman auteur "Une prison au paradis", en vente dans les librairies Auteurs Club (Version imprimable) et Amazon (Digital Version)






Poesia | A terra é viva | Escritora Luzia Couto

A terra geme sente dores e ninguém escuta o humano maltrata e nem se importa
Quando a terra chora sentindo dores o homem a corta a queima sem piedade e dó
Porém chegará o dia que a mesma terra o acolherá, seu corpo inerte sobre a terra repousará.

O homem que maltrata a terra é o mesmo que deveria lhe cuidar lhe proteger
Quando ela está produtiva ele aproveita e suga toda sua energia lhe rouba o vigor
Mas quando ela se cansa e produz menos o homem a queima e diz não está servindo mais.

A terra é viva sente cansaço e dores como o humano mas seu clamor não é ouvido pelo homem
As plantações que lhe é confiada com esforço ela as sustenta mas se falta o vigor é maltratada
Deveria o homem saber escutar a terra assim como a terra escuta o homem.

A terra em sua majestosa sabedoria acolhe cada semente e faz brotar e produzir
Porém vem o homem e destrói tudo que ela com esforço e com tempo criou
Corta e fere a terra com descaso pensando não ter ela vida um dia chegará que seu corpo a terra acolherá.


Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.
Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital)
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The earth moans feels pain and nobody hears the human mistreats and does not care

When the earth cries in pain, the man cuts it without mercy and gives it

But the day shall come when the same land shall take him in, and his inert body upon the earth shall rest.

The man who mistreats the earth is the same man who should protect him.
When it is productive it takes and sucks all its energy it steals the vigor
But when she gets tired and produces less the man to burn and says she is not serving anymore.

The earth is alive feels fatigue and pains like the human but its cry is not heard by the man
The plantations entrusted to it with effort it sustains them but if lack the vigor is mistreated
Man should know how to listen to the earth as the earth listens to man.

The earth in its majestic wisdom welcomes each seed and causes it to sprout and produce
But the man comes and destroys all that she has with effort and with time has created
It cuts and smites the earth with contempt, thinking that it will not have life, one day it will come that its body the earth will receive.

Text of the author Luzia Couto. Copyright The author is reserved. No part of this work may be copied, collated, reproduced or reproduced in any medium without the express authorization of the author under penalty of violation of the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.
Luzia Couto is the author of the novel "A Prison in Paradise", for sale at the Book Club Authors Club (Printed Version) and Amazon (Digital Version)

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Las tierra gime en el dolor y nadie escucha a los abusos humanos y no le importa

Cuando la tierra llora en el hombre del dolor para cortar la quema sin piedad y la compasión

Pero llegará el día en que la misma tierra la bienvenida, su cuerpo sin vida en el resto del suelo.

El hombre que maltrata a la tierra es la misma que se debe tener cuidado para proteger a usted
Cuando ella es productiva que se necesita y chupar toda su energía roba a que la fuerza
Pero cuando ella se cansa y se produce menos de ardor hombre y dice que no está sirviendo más.

La tierra está viva sentir fatiga y dolor humano, pero su grito no es escuchada por el hombre
Plantaciones encargadas de esfuerzo que le sostiene, pero carecen de la fuerza se abusa
Usted debe saber el hombre que escucha a la tierra como la tierra escucha al hombre.

La tierra en su majestuosa sabiduría da la bienvenida a cada semilla y da a luz y producir
Pero el hombre viene y destruye todo lo que con esfuerzo y hora de creación
Los cortes y heridas de la tierra con el abandono de pensar no tiene su vida un día llegan a su cuerpo a la tierra de bienvenida.

Luzia Couto escritor del texto. Los derechos de autor reservado al autor. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio de todo o parte de este trabajo sin permiso del autor bajo pena de violación de la ley brasileña y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.
Luzia Couto es autor el romance "Una prisión en el paraíso", a la venta en las librerías Autores Club (Versión impresa) y Amazon (versión digital)
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Les gémissements de la terre dans la douleur et personne ne l'écoute des violations des droits et ne se soucie pas
Quand la terre pleure dans l'homme de la douleur pour réduire la combustion sans pitié et la pitié
Mais le jour viendra où la même terre l'accueil, son corps sans vie sur le reste du sol.

L'homme qui maltraite la terre est le même que vous devez prendre soin de vous protéger
Quand elle est productive qu'il faut et sucer toute votre énergie vous vole la force
Mais quand elle est fatiguée et produit moins de l'homme brûlant et dit qu'il ne sert plus.

La terre est vivante sentir la fatigue et la douleur humaine, mais leur cri est pas entendu par l'homme
Plantations chargés de l'effort qu'il le soutient, mais manquent la force est abusé
Vous devez connaître l'homme écoutant de la terre comme la terre écoute à l'homme.

La terre, dans sa sagesse majestueuse accueille chaque graine et fait sortir et produire
Mais l'homme vient et détruit tout avec effort et le temps créé
Les coupures et les blessures de la terre à la négligence de penser ne pas avoir sa vie un jour à atteindre votre corps pour accueillir la terre.

Luzia Couto auteur du texte. Droit d'auteur réservé à l'auteur. La copie, le collage, la reproduction ou la divulgation de toute nature sur tout support de tout ou partie de ce travail sans l'autorisation de l'auteur, sous peine de violation de la loi brésilienne et de la protection internationale des droits de propriété intellectuelle.
Luzia Couto est roman auteur "Une prison au paradis", en vente dans les librairies Auteurs Club (Version imprimable) et Amazon (Digital Version)


Poesia | Mulher Brejeira | Escritora Luzia Couto

Mulher enérgica sensata e realista
Mãe sonhadora artista.
Ser mulher ser menina meiga e cheia de ternura
Ser mulher delicada astuta e ponderada
Mulher dócil forte inspirada
Linda gentil iluminada.

Mulher capaz mulher terna grata
Trabalhadora verdadeira e qualificada
Mulher que luta e vence
Que chora e depois esquece
Mulher que canta e ora
Que agradece e pedi.

Mulher generosa carinhosa
Rica em ternura e sedução
Observa tudo e depois resolve
Olhar de gratidão e prazer.

Mulher que carrega em si a graça de gerar a vida,
Mesmo sabendo que depois os filhos se vão,
Os cria com carinho amor e educação
Dispensa elogios a si deixando para os filhos.

Mulher que carrega no coração o desejo
De ver seus filhos nos caminhos dos bem
Sofre calada quando um destes desvia
Deixando ela perdida aqui e além.

Mulher sábia forte guerreira
Mãe amiga companheira
Cheia de fé em sua vida
Procura tudo que possa ajudar
A trilhar os caminhos bem-sucedidos da família.

Mulher jovem de meia idade e da melhor idade
Entre tantas és mulher de coração razão emoção
Olhar terno e grato, cheio de desejo e sedução
E a mulher que torna o mundo mais belo
Onde tantos dependem dela.

Mulher brava mansa esportista e caseira
Mulher atraente sedutora sexy e brejeira
Mulher do campo da cidade dos morros
E das avenidas, mulher é mulher
E sempre será a mais bela nos palcos da vida. 


Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. 

Saiba mais da autora NESTE LINK

-Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", e agora o mais novo romance em parceria O amor acontece em Toscana. á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital).






























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Sensible and realistic energetic woman




Mother dreamy artist.


Being a woman and being sweet girl full of tenderness


Be gentle astute and thoughtful woman


Woman docile strong inspired


Beautiful gentle illuminated.





Woman who tender grateful woman




true and qualified working


Woman who fights and wins


Crying and then forget


Woman sings and prays


Thanking and asked.





loving generous woman




Rich in tenderness and seduction


Observes everything and then solves


Look of gratitude and pleasure.





Woman carries in it the grace of generating life,




Even though after the children are gone,


Create them with affection love and education


Dispenses praise to you leaving the children.





Woman loading the heart's desire  

To see their children in the ways of good



Suffers silent when one of these deviates


Leaving it lost here and there.


Woman wise strong warrior




Mother friend companion


Full of faith in your life


Looking for anything that might help


The tread the successful paths of the family.





young woman of middle-aged and senior citizens




Among so many are heart reason emotion woman


Ogle and grateful, full of desire and seduction


And the woman who makes the world more beautiful


Where so many depend on it.





brava soft sportsman and woman home


seductive sexy attractive woman and brejeira


the city of hills field Woman


And the avenues woman's woman


And always be the most beautiful on the stage of life.





Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.


Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital)




-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------enérgica mujer sensata y realista



Madre artista soñadora.

Ser mujer y ser dulce niña llena de ternura

Sea astuto apacible y reflexiva mujer

La mujer dócil fuerte inspiración

Hermosa, apacible iluminado.




Mujer que licitar mujer agradecida



trabajo verdadero y cualificado

Mujer que lucha y gana

El llanto y luego olvidarse

La mujer canta y reza

Gracias y le preguntó.




mujer generosa de amor



Rico en ternura y seducción

Observa todo y luego resuelve

Mirada de gratitud y placer.




La mujer lleva en ella la gracia de la generación de la vida,



A pesar de que después de que los niños se han ido,

Crearlos con amor el afecto y la educación

Prescinde de alabanza a ti dejando a los niños.




Mujer que carga el deseo del corazón



Para ver a sus hijos en los caminos de buena

Sufre en silencio cuando una de estas desviaciones

Dejándolo perdido aquí y allá.




Mujer sabia fuerte guerrero



Madre amigo compañero

Lleno de fe en su vida

Buscando cualquier cosa que pueda ayudar

La banda de rodadura de los caminos exitosos de la familia.




mujer joven de los ciudadanos de mediana edad y mayores



Entre tantos están corazón razón emoción Mujer

Ogle y agradecido, lleno de deseo y seducción

Y la mujer que hace el mundo más bello

Donde muchos dependen de él.




brava deportista suave y una mujer en casa



seductora mujer atractiva sexy y Brejeira

la ciudad de las colinas campo Mujer

Y la mujer de la avenidas de la mujer

Y siempre será la más bella en el escenario de la vida.





Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.



Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital)


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sensible et réaliste femme énergique

Mère artiste rêveur.

Etre une femme et d'être fille douce pleine de tendresse

Soyez astucieux doux et femme réfléchie

Femme docile forte inspirée

Belle douce illuminée.




Femme qui femme tendre reconnaissante



travail vrai et qualifié

Femme qui se bat et gagne

Pleurer puis oublier

Femme chante et prie

Remerciant et a demandé.




aimante femme généreuse



Riche en tendresse et de séduction

Observe tout et puis résout

Regardez de gratitude et de plaisir.




Femme porte en elle la grâce de générer la vie,



Même si après que les enfants sont partis,

Créer avec amour d'affection et de l'éducation

Distribue louange à vous laisser les enfants.




Femme chargeant le désir du coeur



Pour voir leurs enfants dans les voies de bonne

Souffre silencieuse lorsque l'un de ces dévie

Laissant perdu ici et là.




Femme sage fort guerrier



Mère ami compagnon

Plein de foi dans votre vie

Vous cherchez quelque chose qui pourrait aider

La bande de roulement des chemins réussis de la famille.




jeune femme des citoyens d'âge moyen et hauts



Parmi tant de gens sont coeur raison émotion femme

Ogle et reconnaissant, plein de désir et de séduction

Et la femme qui rend le monde plus beau

Où tant en dépendent.




brava sportif doux et la maison de la femme



séduisante femme attirante sexy et Brejeira

la ville de champ collines Femme

Et la femme de la femme des avenues

Et toujours la plus belle sur la scène de la vi





Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.



Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital)

Poema de louco | Luzia Couto

Fazia frio e a chuva fina caia molhando tudo desde o corpo até a alma daquela mulher bela e desconhecida, fazia frio, tanto frio que seu corpo tremia.
De quando em vez ela para  e olha o céu escuro e a chuva tenra fininha caindo molhando tudo, molhando seu rosto, seu sorriso e seu corpo desnudo.
Aquela mulher desconhecida para canta, grita, ninguém parece lhe ouvir, exceto o tempo e a noite fria escura.
A mulher estranha diferente, sorri como louca, molhada, gelada, despida de corpo e alma. Olha o céu escuro e a chuva fininha caindo molhando, molhando tudo.
A lua faz que vai aparecer e o céu começa a clarear, a mulher canta, grita, olha o céu e diz, porque você não sorri pra mim? Oh chuva fina, molhando meu corpo, minha alma, trás de volta a minha vida.
Vida que você levou sem pedir permissão, sem ao menos me avisar, tirou-me de quem amo e agora finge não me escutar.
Chuva, chuva, insiste a mulher desconhecida a gritar, o vento sopra com força,  os raios riscam o céu escuro que parece querer a mulher calar.
Nesta hora sombria, a mulher desconhecida, diferente, calada, parada, olha em sua volta, olha em seu corpo desnudo e com uma voz cálida e trêmula grita: Chuva me leve para longe! onde estou?
Os raios riscam o céu e a mulher desconhecida some, ao longe se ouve sua voz gritando mansinho, chuva fria, muito fria, porque meu corpo gelado ainda treme de frio.

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.
Luzia Couto é autora do Romance  "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital).
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It was cold and drizzling rain fall watering everything from the body to the soul of that beautiful unknown woman was cold, so cold that his body trembled.

From time to time she stops and looks at the dark sky and the tender thin rain falling all watering, watering her face, her smile and her naked body.

That unknown woman to sing, scream, no one seems to hear him except the time and the cold dark night.

Different strange woman, smiling like crazy, wet, cold, naked body and soul. Look at the dark sky and the thin rain falling watering, watering all.

The moon makes will appear and the sky begins to lighten, the woman sings, shouts, looking at the sky and say, why do not you smile for me? Oh fine rain, watering my body, my soul, brings back my life.

Life you took without asking permission, without even telling me, took me who love and now pretends not to hear me.

Rain, rain, insists the unknown woman screaming, the wind blows hard, lightning streak across the dark sky that seems to want women shut up.
In this dark hour, the unknown woman, different, quiet, stop, look around, look at her naked body and with a warm and trembling voice shouts: Light rain me away! where am I?
The lightning streak across the sky and the unknown woman disappears in the distance you hear his voice crying softly, cold rain, very cold, because my body still cold shivers.
Luzia Couto writer of the text. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium of all or part of this work without permission of the author under penalty of violation of Brazilian law and International Protection of Intellectual Property Rights.
Luzia Couto is romance author "A prison in paradise", for sale in bookstores Authors Club (Print Version) and Amazon (Digital Version).
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Hacía frío y llovizna caída de riego de todo, desde el cuerpo al alma de esa hermosa mujer desconocida estaba frío, tan frío que su cuerpo temblaba.
De vez en cuando se detiene y mira al cielo oscuro y la lluvia fina ofertas que no todos los riegos, regar su cara, su sonrisa y su cuerpo desnudo.
Esa mujer desconocida para cantar, gritar, nadie parece oírlo, excepto el tiempo y la noche oscura fría.
extraña mujer diferente, sonriendo como un loco,, el cuerpo húmedo, frío desnudo y el alma. Mira el cielo oscuro y el riego fina lluvia que cae, todo el riego.
La luna hace que aparecerá y el cielo comienza a aclarar, la mujer canta, grita, mirando al cielo y decir, ¿por qué no sonreír para mí? Oh fina lluvia, riego mi cuerpo, mi alma, trae de vuelta mi vida.
La vida le tomó sin pedir permiso, sin siquiera decirme, yo que aman y ahora se pretende no oírme.
Lluvia, lluvia, insiste en que la mujer desconocida gritando, el viento sopla con fuerza, el rayo rayos de luz sobre el cielo oscuro que parece querer las mujeres encerradas.
En esta hora oscura, la desconocida, diferente, tranquilo, parar, mirar a su alrededor, mira su cuerpo desnudo y con una voz cálida y temblorosa grita: Luz me lluvia lejos! ¿donde estoy?
El relámpago a través del cielo y de la mujer desconocida racha desaparece en la distancia se oye su voz llorando en silencio, la lluvia fría, muy fría, porque mi cuerpo todavía escalofríos.
Luzia Couto escritor del texto. Los derechos de autor reservado al autor. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio de todo o parte de este trabajo sin permiso del autor bajo pena de violación de la ley brasileña y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.
Luzia Couto es autor el romance "Una prisión en el paraíso", a la venta en las librerías Autores Club (Versión impresa) y Amazon (versión digital).
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Il faisait froid et pluie fine chute tout du corps d'arrosage à l'âme de cette belle inconnue était froid, si froid que son corps tremblait.
De temps en temps, elle arrête et regarde le ciel sombre et la pluie fine tendre tomber tout arrosage, l'arrosage de son visage, son sourire et son corps nu.
Cette femme inconnue à chanter, crier, personne ne semble l'entendre, sauf le temps et la nuit noire froide.
Différent étrange femme, souriant comme un fou, humide, froid, corps et âme nue. Regardez le ciel sombre et l'arrosage pluie fine tombant, arrosage tous.
La lune fait apparaît et le ciel commence à éclaircir, la femme chante, crie, en regardant le ciel et dire, pourquoi ne vous sourit pas pour moi? Oh pluie fine, arroser mon corps, mon âme, ramène ma vie.
La vie vous a sans demander la permission, sans même me dire, moi qui aime pris et prétend maintenant ne pas me entendre.
Pluie, pluie, insiste sur le fait que la femme inconnue crier, le vent souffle fort, la foudre série à travers le ciel sombre qui semble vouloir les femmes enfermées.
En cette heure sombre, la femme inconnue, différente, calme, arrêter, regarder autour, regarder son corps nu et avec une voix chaude et tremblante crie: Légère pluie me away! où suis-je?
La série de foudre à travers le ciel et la femme inconnue disparaît dans la distance que vous entendez sa voix pleurant doucement, la pluie froide, très froide, parce que mon corps encore des frissons.
Luzia Couto auteur du texte. Droit d'auteur réservé à l'auteur. La copie, le collage, la reproduction ou la divulgation de toute nature sur tout support de tout ou partie de ce travail sans l'autorisation de l'auteur, sous peine de violation de la loi brésilienne et de la protection internationale des droits de propriété intellectuelle.

Luzia Couto est roman auteur "Une prison au paradis", en vente dans les librairies Auteurs Club (Version imprimable) et Amazon (Digital Version).

Poesia | Lembranças Guardadas | Luzia Couto.

Mesmo distante quem ama sofre, por isso vivo sofrendo por alguém que nem me ver pode. Quisera eu o tempo apressar para ver seu sorriso e seus olhinhos a brilhar.
Quando a saudade chega aperta o peito doe e não tem jeito, suspira chora, os olhos marejados e por dentro um coração que sofre calado.
Nem todo coração sofre por um amor ausente, mas os que amam de verdade sentem e muitas vezes pensam ser a morte.
Morrer de amor é coisa de versos e prosas, mas existe ainda aquele que de paixão se entrega e não tem volta.
O tempo senhor de tudo fica quieto esperando passar, mas de quando em vez traz as lembranças que nunca se deixa apagar.
Lembranças guardadas como se fosse tesouro, apenas lembranças e um tempo que deveria ser esquecido mesmo porque o presente é tempo demais para este amor ser vivido.
Guardadas as lembranças deveriam ficar, porém o tempo e o destino faz se tudo voltar, noite, dia, tarde e manhã, chuva e sol nada poderá apagar as lembranças de um amor verdadeiro, mesmo que vivido apenas por um momento.
Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.
Saiba mais da autora NESTE LINK
-Luzia Couto é autora do Romance "Uma prisão no paraíso", E o novo romance O Amor Acontece em Toscana á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital).

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Even those who love suffers far, so live suffering for someone who did not see me can. I wanted the time to rush to see her smile and her flashing eyes.
When the longing comes squeezes the breast doe and there's no way he sighs crying, teary eyes and inside a heart suffering silent.
Not every heart aches for a missing love, but that love really feel and think is often death.
Dying of love is a thing of verse and prose, but there is still one that indulges passion and no return.
It all-time is still waiting to pass, but from time to time brings the memories that never leaves off.
Memories stored like treasure, only memories and a time that should be forgotten because the present is too long for this to be lived.
Saved the memories should be, but time and fate make it all back, night, day, evening and morning, rain and sunshine nothing can erase the memories of true love, even if they lived only for a moment.
Text of the author Luzia Couto. Copyright The author is reserved. No part of this work may be copied, collated, reproduced, reproduced or disseminated in any medium without the express authorization of the author under penalty of violation of the Brazilian and International Laws for the Protection of Intellectual Property Rights.
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-Luzia Couto is the author of Romance "A Prison in Paradise", and the new novel "The Love Happens in Tuscany" for sale in the Book Club Authors Club (Printed Version) and Amazon (Digital Version).
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Incluso aquellos que ama sufre mucho, el sufrimiento de modo directo para alguien que no vio me puede. Quería que el tiempo para correr para ver su sonrisa y sus ojos parpadeantes.
Cuando llega el anhelo aprieta la cierva de mama y no hay manera de Suspira llorar, ojos llorosos y dentro del sufrimiento silencioso corazón.
No todos los dolores del corazón para el amor que falta, pero el amor Que realmente sentir y pensar es a menudo la muerte.
Morir de amor es una cosa del verso y la prosa, pero todavía hay una Que se entrega a la pasión y el no retorno.
Tenemos todos los tiempos todavía a la espera de pasar, pero de vez en equipo aporta los recuerdos que nunca se termina.
Memorias almacenadas como un tesoro, sólo recuerdos y el equipo shouldnt Que ser olvidados porque el actual es demasiado largo para que esto se vivió.
Guardadas las memorias no debería ser, pero el equipo y el destino hacen todo de nuevo, noche, día, noche y mañana, la lluvia y el sol nada puede borrar los recuerdos de amor verdadero, incluso si vivían sólo por un momento.
Texto de la escritora Luzia Couto. Derechos de Autor Reservados a la autora. Prohibida la copia, pegado, reproducción de cualquier naturaleza o divulgación en cualquier medio, del todo o parte de esta obra, sin autorización expresa de la autora bajo pena de violación de las Leyes Brasileñas e Internacional de Protección a los Derechos de Propiedad Intelectual.
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-Luzia Couto es autora del Romance "Una prisión en el paraíso", Y la nueva novela El Amor Sucede en Toscana a la venta en las librerías Club de Autores (Versión impresa) y Amazon (Versión Digital).
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Même ceux qui aiment Souffre loin, la souffrance alors en direct pour quelqu'un qui n'a pas vu moi pouvez. Je voulais que le temps de se précipiter pour voir son sourire et ses yeux clignotants.
Lorsque le désir vient serre la biche du sein et il n'y a aucun moyen, il soupire de pleurer, les larmes aux yeux et à l'intérieur du cœur souffrance silencieuse.
Pas tous les maux de coeur pour l'amour manque, mais l'amour Que vraiment sentir et de penser est souvent la mort.
Mourir d'amour est une chose du vers et en prose, mais il y a encore une passion Que se livre et aucun retour.
Nous avons tous en temps attendons toujours à passer, mais de temps à l'équipe apporte les souvenirs qui ne laisse pas.
Les souvenirs stockés comme un trésor, que des souvenirs et l'équipe Que shouldnt être oubliées parce que le présent est trop long pour que cela soit vécu.
Enregistrer les souvenirs ne devrait pas être, mais l'équipe et le destin font tous de retour, la nuit, le jour, le soir et le matin, la pluie et le soleil, rien ne peut effacer les souvenirs de l'amour vrai, même s'ils ne vivaient que pour un moment.
Texte de l'auteur Luzia Couto. Copyright L'auteur est réservé. Aucune partie de ce travail ne peut être copiée, compilée, reproduite, reproduite ou diffusée dans aucun support sans l'autorisation expresse de l'auteur en cas de violation des lois brésiliennes et internationales pour la protection des droits de propriété intellectuelle.
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-Luzia Couto est l'auteur de Romance "A Prison in Paradise", et le nouveau roman "The Love Happens in Tuscany" à vendre au Book Club Authors Club (Version imprimée) et Amazon (Version numérique).

Poesia | Amor distante | Escritora Luzia Couto.

No vazio de meu coração e no silêncio de meu quarto, eu choro sozinha minha dor. Queria poder gritar seu nome sem medo e correr a seu encontro, seus lábios beijar.
Mesmo em meio a dor e lágrimas, meu coração não desiste de você, mesmo longe você vive e mora em mim. Seus lábios quentes eu ainda sinto a me beijar.
Quando lembro de seu toque em meu corpo, e de suas mãos a me acariciar, meu corpo chama pelo seu em vão. Ao longe ouço sua voz sussurrando em meus ouvidos palavras de amor.
Se ainda pudesse lhe dizer o quanto lhe amo e lhe quero, meu coração sente sua presença mesmo a distância. Meus olhos lhe veem em pessoas nunca vistas, sinto seu cheiro pelo ar.
Um amor que chega e que vai como se fosse sol e lua, assim somos nós eu e você.  Um amor que marca
para sempre um coração que nunca amou antes de você.
Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.
Luzia Couto é autora do Romance  "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital).
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In the emptiness of my heart and in the silence of my room, I cry alone my pain. I wanted to scream his name without fear and run to meet her, his lips kissing.
Even through the pain and tears, my heart does not give you, even far away you live and live in me. His warm lips I still feel to kiss me.
When I remember your touch in my body, and his hands caress me, my body calls for her in vain. In the distance I hear her voice whispering in my ears words of love.
If you still could tell you how much I love you and I want you, my heart feel his presence even at a distance. My eyes see it in people have never seen, smell you through the air.
A love that comes and goes like the sun and moon, so we are you and me. A love that brand
forever a heart that never loved before you.
Luzia Couto writer of the text. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium of all or part of this work without permission of the author under penalty of violation of Brazilian law and International Protection of Intellectual Property Rights.
Luzia Couto is romance author "A prison in paradise", for sale in bookstores Authors Club (Print Version) and Amazon (Digital Version).
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En el vacío de mi corazón y en el silencio de mi habitación, lloro a solas mi dolor. Quería gritar su nombre sin miedo y correr a su encuentro, los labios que se besan.
Incluso a través del dolor y las lágrimas, mi corazón no le otorga, incluso lejos que vive y vive en mí. Sus cálidos labios todavía me siento a besarme.
Cuando me acuerdo de su tacto en mi cuerpo, y sus manos me acaricio, mi cuerpo pide para ella en vano. A lo lejos escucho su voz susurrando en mis oídos las palabras de amor.
Si aún se podía decirle lo mucho que Te amo y te quiero, mi corazón se siente su presencia, incluso a distancia. Mis ojos se ven en las personas que nunca han visto, que huelen a través del aire.
Un amor que va y viene como el sol y la luna, por lo que estamos tú y yo. Un amor que marca
siempre un corazón que nunca amó antes.
Luzia Couto escritor del texto. Los derechos de autor reservado al autor. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio de todo o parte de este trabajo sin permiso del autor bajo pena de violación de la ley brasileña y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.
Luzia Couto es autor el romance "Una prisión en el paraíso", a la venta en las librerías Autores Club (Versión impresa) y Amazon (versión digital)
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Dans le vide de mon cœur et dans le silence de ma chambre, je pleure seule ma douleur. Je voulais crier son nom sans crainte et de courir vers elle, ses lèvres embrasser rencontrer.
Même à travers la douleur et les larmes, mon cœur ne vous donne pas, même loin, vous vivez et vivez en moi. Ses lèvres chaudes je me sens encore me baiser.
Quand je me souviens de votre contact dans mon corps, et ses mains me caresse, mon corps appelle pour elle en vain. Au loin, j'entends sa voix chuchotant dans les oreilles des mots d'amour.
Si vous pouviez encore vous dire combien Je t'aime et je veux que vous, mon cœur se sentir sa présence, même à distance. Mes yeux voient dans les gens ont jamais vu, vous l'odeur dans l'air.
Un amour qui va et vient comme le soleil et la lune, de sorte que nous sommes vous et moi. Un amour qui marque
toujours un cœur qui n'a jamais aimé avant.
Luzia Couto auteur du texte. Droit d'auteur réservé à l'auteur. La copie, le collage, la reproduction ou la divulgation de toute nature sur tout support de tout ou partie de ce travail sans l'autorisation de l'auteur, sous peine de violation de la loi brésilienne et de la protection internationale des droits de propriété intellectuelle.
Luzia Couto est roman auteur "Une prison au paradis", en vente dans les librairies Auteurs Club (Version imprimable) et Amazon (Digital Version).

Poesia | Saudosa infância | Escritora Luzia Couto.

Quando sinto saudades da infância as lágrimas molham meu olhos, as palavras ditas por minha mãe que ouço ao longe me chamando.
Dias bons que o tempo não trás de volta, apena a lembrança ficou, seria como uma criança retornar ao ventre da mãe,assim o coração pensativo fica, meu inquieto coração que chora a saudade da infância.
Tempo que não volta e nem a saudosa mãezinha existe mais, apenas as lembranças dos momentos bons que vivi existe.
Queria voltar ao tempo de criança e no colo de minha mãe dormir, sonhar com anjos e seu rosto meigo beijar.
A saudade do tempo fica como um relógio a bater em meus ouvidos, angustiado o coração sofre, as lagrimas molham o rosto e o peito apertado soluça.
Quisera o tempo voltar criança novamente ser, deitar e dormir, sonhar e acordar com a doce e cálida voz de
minha mãe a me chamar. Acorde o sol brilha no céu, o tempo não espera ninguém, assim ela diria com seus pequeninos olhos a brilhar.
Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.
Luzia Couto é autora do Romance  "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital).
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When I miss childhood tears wet my eyes, the words spoken by my mother that I hear in the distance calling me.
good days that the weather does not bring back the memory apena stayed, would be like a child to return to the womb, so the thoughtful heart is, my restless heart that cries nostalgia of childhood.
Time not back nor wistful little mother is no more, only the memories of the good times that I lived there.
I want to return to time and child on the lap of my mother sleep, dreaming of angels and her sweet face kiss.
The nostalgia of the time is like a clock beating in my ears, distressed heart suffers, the tears wet his face and chest tight sobs.
Wanted time back child again be, lie down and sleep, dream and waking up with the sweet and warm voice
my mother calling me. Wake the sun shines in the sky, time waits for no one, so she would say with their little eyes shining.
Luzia Couto writer of the text. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium of all or part of this work without permission of the author under penalty of violation of Brazilian law and International Protection of Intellectual Property Rights.

Luzia Couto is romance author "A prison in paradise", for sale in bookstores Authors Club (Print Version) and Amazon (Digital Version).
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Cuando me olvido de las lágrimas mojan los ojos de la infancia, las palabras pronunciadas por mi madre que oyen en la distancia que me llamaba.
buenos días que el clima no traer de vuelta la memoria de la apnea se quedó, serían como un niño para volver a la matriz, por lo que el corazón es reflexivo, mi corazón inquieto que llora la nostalgia de la infancia.
El tiempo no volver ni pequeña madre melancólica ya no existe, sólo los recuerdos de los buenos momentos que viví allí.
Quiero volver al tiempo y al niño en el regazo de mi madre dormir, el sueño de los ángeles y su beso dulce rostro.
La nostalgia de las veces es como un reloj latiendo en mis oídos, el corazón angustiado sufre, las lágrimas mojan la cara y el pecho apretado sollozos.
tiempo quería volver niño vuelva a ser, acostarse y dormir, el sueño y el despertar con la voz dulce y cálida
mi madre me llama. Reactivar el sol brilla en el cielo, el tiempo no espera a nadie, por lo que diría con sus pequeños ojos brillantes.
Luzia Couto escritor del texto. Los derechos de autor reservado al autor. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio de todo o parte de este trabajo sin permiso del autor bajo pena de violación de la ley brasileña y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.

Luzia Couto es autor el romance "Una prisión en el paraíso", a la venta en las librerías Autores Club (Versión impresa) y Amazon (versión digital)..
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Quand je manque de larmes d'enfance mouiller mes yeux, les paroles prononcées par ma mère que j'entends au loin me appeler.
bons jours que le temps ne ramène pas la apena mémoire, serait resté comme un enfant pour revenir à l'utérus, de sorte que le coeur est réfléchie, mon cœur inquiet qui pleure la nostalgie de l'enfance.
Temps pas de retour, ni mélancolique petite mère est plus, seuls les souvenirs des bons moments que je vivais là-bas.
Je veux revenir à temps et de l'enfant sur les genoux de ma mère sommeil, rêver des anges et son doux visage baiser.
La nostalgie du temps est comme une horloge battre dans mes oreilles, le cœur en détresse souffre, les larmes mouiller son visage et à la poitrine sanglots serré.
Recherché temps de retour à nouveau l'enfant soit, se coucher et dormir, rêver et se réveiller avec la voix douce et chaude
ma mère m'a appelé. Réveillez le soleil brille dans le ciel, le temps attend pas, elle dirait avec leurs petits yeux brillants.
Luzia Couto auteur du texte. Droit d'auteur réservé à l'auteur. La copie, le collage, la reproduction ou la divulgation de toute nature sur tout support de tout ou partie de ce travail sans l'autorisation de l'auteur, sous peine de violation de la loi brésilienne et de la protection internationale des droits de propriété intellectuelle.

Luzia Couto est roman auteur "Une prison au paradis", en vente dans les librairies Auteurs Club (Version imprimable) et Amazon (Digital Version).Follow my blog with Bloglovin