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Poema de louco | Luzia Couto

Fazia frio e a chuva fina caia molhando tudo desde o corpo até a alma daquela mulher bela e desconhecida, fazia frio, tanto frio que seu corpo tremia.
De quando em vez ela para  e olha o céu escuro e a chuva tenra fininha caindo molhando tudo, molhando seu rosto, seu sorriso e seu corpo desnudo.
Aquela mulher desconhecida para canta, grita, ninguém parece lhe ouvir, exceto o tempo e a noite fria escura.
A mulher estranha diferente, sorri como louca, molhada, gelada, despida de corpo e alma. Olha o céu escuro e a chuva fininha caindo molhando, molhando tudo.
A lua faz que vai aparecer e o céu começa a clarear, a mulher canta, grita, olha o céu e diz, porque você não sorri pra mim? Oh chuva fina, molhando meu corpo, minha alma, trás de volta a minha vida.
Vida que você levou sem pedir permissão, sem ao menos me avisar, tirou-me de quem amo e agora finge não me escutar.
Chuva, chuva, insiste a mulher desconhecida a gritar, o vento sopra com força,  os raios riscam o céu escuro que parece querer a mulher calar.
Nesta hora sombria, a mulher desconhecida, diferente, calada, parada, olha em sua volta, olha em seu corpo desnudo e com uma voz cálida e trêmula grita: Chuva me leve para longe! onde estou?
Os raios riscam o céu e a mulher desconhecida some, ao longe se ouve sua voz gritando mansinho, chuva fria, muito fria, porque meu corpo gelado ainda treme de frio.

Texto da escritora Luzia Couto. Direitos Autorais Reservados a autora. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer natureza ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte desta obra, sem autorização expressa da autora sob pena de violação das Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual.
Luzia Couto é autora do Romance  "Uma prisão no paraíso", á venda nas livrarias Clube de Autores (Versão Impressa) e Amazon (Versão Digital).
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It was cold and drizzling rain fall watering everything from the body to the soul of that beautiful unknown woman was cold, so cold that his body trembled.

From time to time she stops and looks at the dark sky and the tender thin rain falling all watering, watering her face, her smile and her naked body.

That unknown woman to sing, scream, no one seems to hear him except the time and the cold dark night.

Different strange woman, smiling like crazy, wet, cold, naked body and soul. Look at the dark sky and the thin rain falling watering, watering all.

The moon makes will appear and the sky begins to lighten, the woman sings, shouts, looking at the sky and say, why do not you smile for me? Oh fine rain, watering my body, my soul, brings back my life.

Life you took without asking permission, without even telling me, took me who love and now pretends not to hear me.
Rain, rain, insists the unknown woman screaming, the wind blows hard, lightning streak across the dark sky that seems to want women shut up.
In this dark hour, the unknown woman, different, quiet, stop, look around, look at her naked body and with a warm and trembling voice shouts: Light rain me away! where am I?
The lightning streak across the sky and the unknown woman disappears in the distance you hear his voice crying softly, cold rain, very cold, because my body still cold shivers.
Luzia Couto writer of the text. Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium of all or part of this work without permission of the author under penalty of violation of Brazilian law and International Protection of Intellectual Property Rights.
Luzia Couto is romance author "A prison in paradise", for sale in bookstores Authors Club (Print Version) and Amazon (Digital Version).
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Hacía frío y llovizna caída de riego de todo, desde el cuerpo al alma de esa hermosa mujer desconocida estaba frío, tan frío que su cuerpo temblaba.
De vez en cuando se detiene y mira al cielo oscuro y la lluvia fina ofertas que no todos los riegos, regar su cara, su sonrisa y su cuerpo desnudo.
Esa mujer desconocida para cantar, gritar, nadie parece oírlo, excepto el tiempo y la noche oscura fría.
extraña mujer diferente, sonriendo como un loco,, el cuerpo húmedo, frío desnudo y el alma. Mira el cielo oscuro y el riego fina lluvia que cae, todo el riego.
La luna hace que aparecerá y el cielo comienza a aclarar, la mujer canta, grita, mirando al cielo y decir, ¿por qué no sonreír para mí? Oh fina lluvia, riego mi cuerpo, mi alma, trae de vuelta mi vida.
La vida le tomó sin pedir permiso, sin siquiera decirme, yo que aman y ahora se pretende no oírme.
Lluvia, lluvia, insiste en que la mujer desconocida gritando, el viento sopla con fuerza, el rayo rayos de luz sobre el cielo oscuro que parece querer las mujeres encerradas.
En esta hora oscura, la desconocida, diferente, tranquilo, parar, mirar a su alrededor, mira su cuerpo desnudo y con una voz cálida y temblorosa grita: Luz me lluvia lejos! ¿donde estoy?
El relámpago a través del cielo y de la mujer desconocida racha desaparece en la distancia se oye su voz llorando en silencio, la lluvia fría, muy fría, porque mi cuerpo todavía escalofríos.
Luzia Couto escritor del texto. Los derechos de autor reservado al autor. La copia, el collage, reproducción o divulgación de cualquier tipo en cualquier medio de todo o parte de este trabajo sin permiso del autor bajo pena de violación de la ley brasileña y Protección Internacional de los Derechos de Propiedad Intelectual.
Luzia Couto es autor el romance "Una prisión en el paraíso", a la venta en las librerías Autores Club (Versión impresa) y Amazon (versión digital).
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Il faisait froid et pluie fine chute tout du corps d'arrosage à l'âme de cette belle inconnue était froid, si froid que son corps tremblait.
De temps en temps, elle arrête et regarde le ciel sombre et la pluie fine tendre tomber tout arrosage, l'arrosage de son visage, son sourire et son corps nu.
Cette femme inconnue à chanter, crier, personne ne semble l'entendre, sauf le temps et la nuit noire froide.
Différent étrange femme, souriant comme un fou, humide, froid, corps et âme nue. Regardez le ciel sombre et l'arrosage pluie fine tombant, arrosage tous.
La lune fait apparaît et le ciel commence à éclaircir, la femme chante, crie, en regardant le ciel et dire, pourquoi ne vous sourit pas pour moi? Oh pluie fine, arroser mon corps, mon âme, ramène ma vie.
La vie vous a sans demander la permission, sans même me dire, moi qui aime pris et prétend maintenant ne pas me entendre.
Pluie, pluie, insiste sur le fait que la femme inconnue crier, le vent souffle fort, la foudre série à travers le ciel sombre qui semble vouloir les femmes enfermées.
En cette heure sombre, la femme inconnue, différente, calme, arrêter, regarder autour, regarder son corps nu et avec une voix chaude et tremblante crie: Légère pluie me away! où suis-je?
La série de foudre à travers le ciel et la femme inconnue disparaît dans la distance que vous entendez sa voix pleurant doucement, la pluie froide, très froide, parce que mon corps encore des frissons.
Luzia Couto auteur du texte. Droit d'auteur réservé à l'auteur. La copie, le collage, la reproduction ou la divulgation de toute nature sur tout support de tout ou partie de ce travail sans l'autorisation de l'auteur, sous peine de violation de la loi brésilienne et de la protection internationale des droits de propriété intellectuelle.

Luzia Couto est roman auteur "Une prison au paradis", en vente dans les librairies Auteurs Club (Version imprimable) et Amazon (Digital Version).

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